13.11.13



De todos os amores platônicos que eu tive, e quero deixar bem claro que foram muitos, só os que eu não me envolvi não se tornaram completos idiotas. Teve um que me decepcionou até mesmo antes me conhecer. Sentiram o drama, né?! É uma história engraçada que eu já contei nessa retrospectiva, logo abaixo da minha foto fazendo um coraçãozinho partido e uma carinha de triste. Que dó.
Gostar de uma pessoa pelo que ela aparenta ser (e as vezes é mesmo!): simpática, bonita, divertida e outros adjetivos legais, é normal. Todos nós já passapos por isso na vida. Mas quando você conhece a pessoa pra valer e as diferenças começam a surgir, aí o bicho pega.

Vou dividir experiências pessoais com vocês. Os meus amores platônicos, que antes eram príncipes encantados, lindos, perfeitos e charmosos viraram caras chatos, dramáticos, egoístas e extremamente ciumentos quando eu, depois de tanto babar, consegui uma chance de mostrar quem eu era e o que eu queria. Mas que saco, em? Na minha mente tudo parecia tão perfeito!

Mas teve um que até que foi uma experiência legal. Não acabou de um jeito ruim porque decidi que amores platônicos, no final das contas, devem continuar sendo platônicos. Ele se tornou um amigo e, sem saber, me ajudou a superar uma pessoa que tinha me deixado muito triste. Sabe o que ele fez? Apareceu só para me desejar boa sorte. Eu estava prestes a subir em um palco para me apresentar, cantando, e ele chegou na hora certa, não pôde ficar para assistir, mas e daí? Ele foi SÓ PARA me desejar boa sorte!

O que me inspirou a escrever esse post foi uma música que eu amo e durante muito tempo fez sentido para mim, Amores Platónicos da Julieta Venegas. Escutem só, que gracinha que é!



"Não me aproximarei do seu jardim, nunca tocarei sua flor. É melhor a fantasia que me deu, sua ligeira proximidade e sua cor"

Apesar de muitas experiências ruins, ter um amor platônico é uma delícia enquanto ele dura. Sabe aquela coisa de "eu te namoro, só falta você saber"? Acontece principalmente quando a gente é criança!

Mas como já dizia a nossa querida Tati Bernardi, "não existe amor mais perfeito que o platônico recíproco".
Agora que finalmente tenho um, posso concordar. E é a melhor experiência que estou vivendo!


E vocês, já tiveram amores platônicos? Contem suas experiências para mim pelos comentários, ou por e-mail, ou carta, tanto faz! :D

Beijos!

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Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





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