12.5.16



Somos criadores/reprodutores de conteúdo em massa. Diariamente compartilhamos em nossas redes sociais nossas fotos, das nossas coisas, do que estamos fazendo, do que estamos assistindo ou lendo, e dessa forma fica muito fácil outras pessoas deduzirem os nossos gostos.

Já aconteceu comigo, e eu aposto que com você também, de alguém encontrar algo e dizer o quanto era a minha cara.
Mas acontece que nós não somos 100% aquilo que compartilhamos o tempo todo.

Quando criei a playlist "100 Nacionais Favoritas" —que descanse em paz—, uma leitora se surpreendeu ao ver que tinha uma música da Matanza bem no meio da playlist inteira. Disse que jamais imaginava que eu conhecesse ou escutava.

Nesta lista das 5 coisas que eu gosto e você não imaginava, não vou citar bandas e músicas, porque quando eu digo que sou eclética, sou eclética com força. Escuto de tudo, MESMO!
Minha intenção é mostrar que existe muito mais da nossa essência além daquilo que compartilhamos por aí.


Teorias da conspiração

SIM! Eu quase pirei quando descobri os illuminati e seus planos diabólicos para dominar o mundo. Nova ordem mundial, triângulo com o olho que tudo vê, celebridades que vendem a alma para fazer sucesso, pessoas que morreram e foram substituídas, como Paul McCartney e Avril Lavigne. E aquela história de viagem no tempo, de John Titor? Adoro essa! Cicada 3301 que, aparentemente, surgiu lá deep web para recrutar pessoas extremamente inteligentes... são tantas que fica até difícil citar aqui.

Claro que muitas dessas teorias são extremamente exageradas e fakes. Mas é muito legal dar uma viajada quando elas fazem muito sentido.

PS: Se você não conhece os illuminati, sugiro que nem procure saber. Você vai achar coisas illuminati até no seu gato, se não tomar cuidado! hehe



Joguinhos online

Quando descobri a internet, era muito comum googlar "jogos online" ou "jogos online para meninas". Caía em sites como o da Poki. Simples e com centenas de milhares de jogos de todos os tipos: Tabuleiros, vista sua doll, aventura, raciocínio entre outros.
Eram horas e mais horas que eu passava brincando e me divertindo.

Quem também adora esses jogos é a minha mãe. Se deixar, ela fica jogando o dia todo.
Inclusive, assim que eu acabar de escrever este post, vou jogar um pouquinho, para relaxar. Relaxa mesmo, sabia?



Futebol Americano

Se você me acompanha lá no twitter (@_Lhana), com certeza já me viu comentando sobre os jogos da NFL ou pirando nos lances do meu time, o Green Bay Packers. E eu não sei muito bem como eu comecei a gostar de futebol americano. Mas lembro que eu jogava aos sábados com um grupo de amigos.

Depois que entendi as regras e como funcionava um jogo, minha paixão foi crescendo. E um dia eu ainda quero assistir um jogo dos Empacotadores. GO, PACK, GO!



Girlbands Coreanas

Não sou fã do K-pop. Mas tenho uma amiga que sim. Ela me fazia assistir doramas (as novelas/seriados de lá) e me mostrava alguns grupos de dança. E alguns deles conquistaram o meu coração.

Os grupos femininos são uma graça, não tem como não gostar. Além do mais, elas dançam super bem! Vocês vão acreditar se eu disser que fiquei dançando em frente ao computador pra aprender a coreografia de Shake It do grupo SISTAR? Haja energia!



Carros antigos

Não sou das maiores entendidas de carros. Na verdade, sei muito pouco sobre eles. Meu sonho de consumo é uma kombi daquele modelo clássico, ou um fusquinha. Mas sempre que vejo algum carro antigo passando pela rua, quase quebro o meu pescoço para olhar. E os cadillacs, como o da foto acima, são os meus favoritos.

Imagina que legal pegar uma estrada vazia dentro de um desses, escutando música alta e estar na companhia de um ou mais amigos? Será que eu conseguiria alugar um desses para fazer aquela viagem pela Highway 1, na Califórinia, que contei nos 5 roteiros para os próximos 5 anos?


♥♥♥


5 itens é muito pouco. Mas é só para vocês perceberem o quanto a gente sempre tem o que conhecer de outra pessoa, há vários assuntos que gostamos e não saímos falando por aí.

E você? Se fosse fazer uma lista das coisas que as pessoas não imaginam que você gosta, o que estaria nela? Me conte aqui nos comentários. Quem sabe a gente não descobre mais coisas em comum?

Beijos!


Me acompanhe também nas redes sociais:
Se inscreva aqui no canal

Marcadores:










10.5.16



Finalmente estou publicando essas fotos. Fotografar esse look foi especial por diversos motivos: 1- a marca da blusa é de uma amiga; 2- quem fotografou foi uma das minhas melhores amigas, a Sally; 3- esse look foi dirigido! Sim! E por uma pessoa que eu amei conhecer, a Marieli; 4- fotografamos no meio da Paulista. Não só o meu. O da Sally e o da Mari também, clicando nos nomes delas, você vai ser direcionado aos posts. UMA FOTO MAIS LINDA QUE A OUTRA, JURO!

O lado bom de morar em São Paulo é que todo mundo vai passar aqui algum dia, porque é aqui que tudo acontece. A Sally e a Mari vieram passar alguns dias aqui em São Paulo porque foram convidadas para um evento da Zattini. Elas ficaram aqui em casa e eu não queria deixa-las irem embora. A minha amizade com a Sally vocês já conhecem. A Mari também é uma menina incrível e passar alguns dias com pessoas que trabalham com o mesmo que eu, com blogs, é sempre um aprendizado muito grande.

A gente se ajuda, troca ideias, torce uma pela outra e, no fim, o resultado é sempre incrível. Eu só queria deixar registrada a minha gratidão. Obrigada, Sally e Mari, por virem pra cá, me tirarem da rotina, me ensinarem tantas coisas e ainda por essas fotos que eu gostei tanto!









Blusa: Atrito || Calça: Zattini || Sapato: Zinzane
Fotografia: Letícia Sally
Direção: Marieli Mallmann

E aí, gostaram? Me contem aqui nos comentários!
Beijos!

Me acompanhe também nas redes sociais:
Se inscreva aqui no canal

Marcadores: ,










27.4.16


Eu me lembro da primeira vez que entrei em um cassino. Tinha 17 anos, estava com duas amigas da mesma idade fazendo um cruzeiro e esse cassino ficava na passagem entre um salão e outro. A gente queria ficar. Todas aquelas luzes piscando, as máquinas fazendo barulho e deu até tempo de ver uma pessoa comemorando algo.

—Vamos sentar aqui, rapidinho!
—Amiga, temos que comprar fichas. Eles não vão deixar!
—Só uma foto, então...
—Meninas, vocês não podem ficar aqui.— uma moça acabou com a nossa alegria. Não deu tempo nem de preparar a câmera.

Não sou supersticiosa mas gosto de testar teorias, só pela curiosidade, pela diversão. De qual forma eu iria descobrir em que, afinal, estava o meu azar? No jogo ou no amor? Lembro que o moço que cantava o BINGO no mesmo cruzeiro vivia repetindo a frase "quem não arrisca, não petisca". Eu queria arriscar!

Na mesma viagem passamos pelo hotel cassino Conrad, em Punta del Este. Ficamos só na vontade, mesmo. Me lembrei de andar pelos corredores do Palácio Quitandinha, aquele da minha cidade, que foi construído para ser o maior cassino da América Latina. Devia ser ainda mais lindo do que já é. Sabia que até Walt Disney já esteve lá? Pois é, não era qualquer coisa.

Dia desses me deu uma vontade enorme de jogar para valer. Googlando para conhecer melhor, encontrei jogos de casino online, especialmente os mais famosos como o poker ou blackjack (mais conhecido como vinte-e-um). E aí lembrei que os únicos cassinos que consegui apostar na minha vida foram no GTA. E me divertia pra valer jogando Vinte-e-um. A primeira vez que joguei Poker com meu irmão e um primo, eu ganhei. Mas foi pura sorte de principiante, aposto.



Esse papo me lembrou o filme Just my Luck (Sorte no amor), onde o tema principal era cantado por uma das bandas que mais fui fã na vida, McFly. Já assistiram? Esse é o trailer.


No fim daquele mesmo ano eu conheci o meu namorado. Aconteceu tudo muito rápido e de uma forma muito intensa. E fiquei feliz em saber que a minha sorte, afinal, estava no amor —isso é, segundo a teoria—. E se essa teoria estiver errada, o máximo que vai acontecer é eu ficar rica, então tudo bem. Mas se estiver certa, o mais importante (para mim) eu já tenho.

Mas a questão é que o jogo e o amor tem muitas coisas em comum, cada passo seu precisa ser cuidadosamente pensado. Observando aqueles jogadores de póker de 21 anos e milionários que as vezes aparecem na TV, você consegue perceber que eles não contam nem um pouco com a sorte. Pelo contrário, é tudo muito bem calculado. 
É uma questão de você saber o que está fazendo e onde quer chegar. Como diria Carpinejar, "Se errar é azar, se acertar é sorte, se amar é destino, você é vítima da vida e ainda não fez nada".

Ambos servem para a distração, para a diversão, e se não abusar, servem também para desestressar. Mas se for parar para pensar, o jogo pode te tornar ou não um ser humano com mais dinheiro na conta. Já no amor, a gente só ganha.




Não jogamos no cassino mas foi uma viagem memorável. Saudades.

Me acompanhe também nas redes sociais:
Se inscreva aqui no canal

Marcadores: ,










25.4.16


[...] Gastar o nosso tempo e, quem sabe, se dar bem".
A letra da música não tem muito a ver com o post mas adoro a banda, adoro a música e essa frase, pelo menos, se encaixou perfeitamente no título.


Vamos respirar fundo porque mais uma semana está começando e todo mundo sabe como a segunda-feira é um saco. E eu não quero parecer um livro de auto-ajuda e encher este post com frases de motivação. Mas precisamos ir devagar e sorrir um pouco. Este post é para me trazer leveza e, quem sabe, trazer para você também.

Deixaram um comentário em uma das redes sociais dizendo que estavam com saudades dos posts aqui no blog. Eu sempre solto um suspiro e digo que também estou. E tenho lá os meus motivos para estar distante mas não quero chorar as minhas pitangas, estou com o pensamento positivo e, aos poucos, as coisas vão se resolvendo.

Escrever aqui é sempre um descanso e um alívio pra mim. Principalmente neste momento que estou escrevendo enquanto escuto essa versão de No Diggity que descobri sem querer. Escuta só que coisa mais gostosa!



Eu já não sei se o blog se tornou minha profissão, dá um trabalhão, viu? Mas o faço com o prazer de um hobby.

E está aí uma questão importante: Qual é o seu hobby? O que você faz por prazer e que, ao terminar, você sente total satisfação? Acho que se dedicar a uma atividade para desviar a atenção das preocupações e dar ao seu dia a dia mais prazer e leveza deveria ser considerada uma tarefa tão importante quanto trabalhar e dormir. Ter um hobby é contar com uma válvula de escape, eu melhoro o meu humor e me sinto muito mais disposta. Quem coloca o item "fazer o que gosta" na lista de prioridades e abre espaço na agenda para um passatempo escolhe ser mais feliz.

Veja alguns possíveis hobbies que já apareceram antes aqui no blog:


Eu tive um final de semana incrível e que me deu um fôlego muito grande para enfrentar essa semana que está começando, que eu já sei que não vai ser fácil.

Gravei com um amigo para o canal e estou LOUCA para mostrar o resultado. Espero que esteja louco para assistir, também!

Por falar em canal, já assistiram o último vídeo? 



Me conte aqui nos comentários como você está, o que tem feito, e quais são os seus hobbies. Vou ficar muito feliz em saber! 
Te desejo uma ótima semana, leve e tranquila.

Beijos!

Me acompanhe também nas redes sociais:
Se inscreva aqui no canal


Marcadores: ,










19.3.16



O dia que eu aprendi a apreciar uma obra do jeito que ela deve ser apreciada e passei a ser uma ouvinte ativa –ou me notei como uma.

Queria começar a indicar aqui no blog alguns álbuns que tenho ouvido e estou gostando muito. Poderia indexar vários deles mas não seria a forma mais convincente de fazer com que vocês escutem. Então decidi começar contando a minha experiência e, quem sabe, eu consiga convence-los que esta prática (de ouvir álbuns do início até o final, na ordem certinha) pode mudar completamente a sua forma de consumir música.

Eu nunca fui do tipo que escuta álbuns completos. Encontrava uma música, baixava para escutar e pronto. Poucos foram os CD's que comprei na vida. Era uma ouvinte passiva, apesar de sempre ter essa ligação forte com a música.

*Lembrando que ouvintes ativos tem como objetivo entender o que está sendo dito/cantado, enquanto os passivos apenas ouvem.

Hoje em dia temos a moda do streaming. Colocamos alguma playlist para tocar e adicionamos as nossas faixas favoritas. Eu tenho umas 20 playlists com vários artistas que não conheço mais de 3 ou 4 músicas. Músicas ótimas, se encaixam perfeitamente em algumas das minhas playlists temáticas que eu adoro fazer e vocês adoram ouvir –e eu vou voltar a fazer! Aquele meu trauma do grooveshark já está passando e as novas serão no spotify, mesmo!–.

Mas de uns tempos pra cá, isso tem mudado e eu tenho prestado mais atenção em álbuns como uma obra completa, do jeitinho que deve ser.

Em Agosto de 2014 eu fui pela primeira vez ao show da minha banda nacional favorita do momento, a 5 à Seco. Foi o show de lançamento do CD Policromo. Eu já tinha escutado a maioria das faixas no soundcloud da banda, aleatoriamente.
Comprei o CD logo após o show. Meu computador não tem nem entrada para CD, mas gosto de ter a versão física das coisas. Eles autografaram e o Vinicius deixou um recadinho fofo, até. Estava louca para chegar em casa e escutar outra vez aquelas mesmas músicas lindas que escutei ao vivo e ainda não conhecia. Eu ainda tinha um rádio antigo que eu poderia usar.





Peguei o rádio, fechei a porta e coloquei o CD para tocar. Não queria fazer mais nada além de me concentrar nas vozes, nas letras, nos instrumentos, porque ao vivo foi uma experiência incrível. Eles não usavam apenas instrumentos para fazer música.

Mas espera! Isso não era um costume de antigamente? As pessoas iam até a loja de discos, passavam horas escolhendo, chegavam em casa e colocavam para tocar. A única preocupação era ouvir o disco inteiro. Lado A e lado B. Não podiam passar para a próxima faixa se não gostassem da introdução. E mesmo não gostando, elas entendiam do disco melhor do que qualquer um, porque elas realmente o escutaram.

As faixas do Policromo iam passando uma a uma e eu acompanhava a letra pelo CD. De repente eu percebi que o fim de uma música está diretamente ligado ao início da próxima. Vezes pelo mesmo tom, vezes pelo mesmo efeito sonoro.

Conhecendo mais a fundo o trabalho de cada membro da banda (sim, todos eles tem uma carreira além da 5 à Seco), eu sei que as músicas estão onde estão por algum motivo. Eles sempre tomam cuidado em cada passo que dão. Cada coisa em seu lugar, inclusive a ordem das músicas.

Mas Policromo não é o primeiro e nem único álbum assim. Só é o que me fez perceber isso. Querem mais um exemplo?


Deus! Como eu amo esse álbum! Só elogios para ele!

Não fazer nada, apenas sentar e ouvir música parece ser um passatempo raro nos dias atuais. Mas não é um passatempo diferente de sentar e ler um livro por horas, na minha opinião. São formas diferentes de consumo. Ambas te proporcionam sensações. Uma pela visão e a outra pela audição.

Quando um amigo me mostrou o Based On a True Story da Fat Freddys Drop, disse que me apresentaria o álbum a partir da penúltima música, Del Fuego, pois era uma música mais "fácil" de se gostar.

Visto que todas as faixas desse álbum tem uma média de 7 minutos, as introduções são bem longas. Pessoas ansiosas tendem a esperar pela parte cantada e esquecem de prestar atenção nos instrumentos e/ou efeitos sonoros. E neste álbum, eles são tão incríveis quanto a voz de Joe Dukie, que é firme, macia e envolvente.

Este amigo ainda não conhecia meus gostos musicais, entendi o medo. Mas ele acabou me apresentando um álbum que, hoje, considero um dos meus favoritos para ouvir em qualquer ocasião. Porque ele não cansa.

Existe uma diversidade muito rica de instrumentos e influências: reggae, soul, jazz, funk... E a melhor parte é que o álbum faz um looping maravilhoso. Começa calmo em um groove bem gostoso, vai crescendo e ficando animado. Logo em seguida volta a ficar calmo e acaba. E recomeça. E você nem percebe se não conhece.

Garanta estar com um bom som ou bons fones de ouvido ao ouvir esse álbum, você não vai querer perder nenhum detalhe. O baixo nele é uma das coisas mais incríveis. E não é porque é o meu instrumento favorito, ele realmente foi muito bem colocado! 

Para finalizar, um clássico. The Wall é um álbum reúne algumas das minhas músicas favoritas da Pink Floyd. Mas só quando sentei a minha bunda para ouvir o disco inteiro, na ordem, prestando atenção nas letras, percebi que elas tinham alguma ligação muito interessante, além da parte sonora.

De curiosa que sou, fui pesquisar e descobri que o álbum, de fato, conta uma história. Se você é fã da banda, deve estar parecendo óbvia esta informação. Mas não costumo conversar tão a fundo sobre música com as pessoas e descobri por conta própria. O que me deixou muito feliz, olha a minha percepção dando as caras! hehe.

Resmindo: The Wall conta a história de Pink, uma criança que perdeu seu pai na Segunda Guerra Mundial, era oprimido por sua mãe super protetora e atormentado por seus professores, que se comportavam como tiranos, ditadores. Pink cresceu, se tornou um Rockstar e, também, dependente químico. O vício nas drogas acaba fazendo com que Pink construa um muro em sua mente e ele se isola completamente do mundo.

A história é bem longa, complexa e MUITO interessante. O post ficaria 3 vezes mais longo. Se tiver interessado em detalhes, clique aqui.



Se você escuta as músicas de modo aleatório, provavelmente não entende o motivo de tantas vozes e efeitos sonoros como som de helicóptero, telefone e outras coisas. Você precisa entender todo o contexto e tudo vai fazer sentido. Inclusive, há quem pense que a música Another Brick in The Wall, que é dividida em 3 partes, é para ser ouvida em sequência, mas acontecem muitas coisas entre uma parte e outra.

Você embarca em uma viagem sonora muito louca e, se fizer um esforço, pode ver um filme na sua cabeça.

Em um grande álbum, cada faixa é como se fosse um capítulo de um livro. Quando você escuta no modo shuffle ou apenas os singles, é como se você começasse a ler um livro no capítulo 7, pulasse para o prefácio ou procurasse entre as páginas apenas suas partes favoritas sem saber o que trouxe a história até aquele momento.

Não faz sentido.



Não são todos os álbuns que contam uma história ou tem uma ligação entre uma música ou outra. Mas acho que todo álbum vale esse esforço, ainda mais se você for fã de um determinado artista. É uma experiência que todos os apaixonados pela música devem viver.

♥♥♥

É um post enorme mas é uma experiência que eu precisava compartilhar. Se eu atingi uma pessoa, já valeu todo o meu esforço para escrever.

Se você já ouviu algum álbum completo, por favor, me conte como foi a experiência. Aceito sugestões e indicações!

Se você ainda não fez isso, fica aí o convite. Pegue a sua música favorita e ouça um álbum dela do início ao fim, sem pular e sem interromper. Depois volte aqui e me conte como foi a experiência.

Me acompanhe também nas redes sociais:
Se inscreva aqui no canal


Marcadores: , , , , , , , ,











a blogueira


Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





facebook






categorias


instagram


link-me!
Bolas de Meia -
Bolas de Meia -


correio




publicidade

Choies-The latest street fashion
www.lalalilo.com
lalalilo.com
arquivos

















Bolas de Meia - 2011 ~ 2013 ©
Todas as postagens aqui contidas são de autoria da Ana Arantes, exceto quando apontado o contrário. As imagens utilizadas são fruto de reproduções, e se você teve seu conteúdo publicado aqui e deseja que seja retirado, entre em contato em contato@bolasdemeia.com.




Design e codificação por Júlia Duarte.



From scratch, with ♥
Powered by Blogger.
Ícones We ♥ Icon Fonts
Ilustrações: Malena Flores