27.4.16


Eu me lembro da primeira vez que entrei em um cassino. Tinha 17 anos, estava com duas amigas da mesma idade fazendo um cruzeiro e esse cassino ficava na passagem entre um salão e outro. A gente queria ficar. Todas aquelas luzes piscando, as máquinas fazendo barulho e deu até tempo de ver uma pessoa comemorando algo.

—Vamos sentar aqui, rapidinho!
—Amiga, temos que comprar fichas. Eles não vão deixar!
—Só uma foto, então...
—Meninas, vocês não podem ficar aqui.— uma moça acabou com a nossa alegria. Não deu tempo nem de preparar a câmera.

Não sou supersticiosa mas gosto de testar teorias, só pela curiosidade, pela diversão. De qual forma eu iria descobrir em que, afinal, estava o meu azar? No jogo ou no amor? Lembro que o moço que cantava o BINGO no mesmo cruzeiro vivia repetindo a frase "quem não arrisca, não petisca". Eu queria arriscar!

Na mesma viagem passamos pelo hotel cassino Conrad, em Punta del Este. Ficamos só na vontade, mesmo. Me lembrei de andar pelos corredores do Palácio Quitandinha, aquele da minha cidade, que foi construído para ser o maior cassino da América Latina. Devia ser ainda mais lindo do que já é. Sabia que até Walt Disney já esteve lá? Pois é, não era qualquer coisa.

Dia desses me deu uma vontade enorme de jogar para valer. Googlando para conhecer melhor, encontrei jogos de casino online, especialmente os mais famosos como o poker ou blackjack (mais conhecido como vinte-e-um). E aí lembrei que os únicos cassinos que consegui apostar na minha vida foram no GTA. E me divertia pra valer jogando Vinte-e-um. A primeira vez que joguei Poker com meu irmão e um primo, eu ganhei. Mas foi pura sorte de principiante, aposto.



Esse papo me lembrou o filme Just my Luck (Sorte no amor), onde o tema principal era cantado por uma das bandas que mais fui fã na vida, McFly. Já assistiram? Esse é o trailer.


No fim daquele mesmo ano eu conheci o meu namorado. Aconteceu tudo muito rápido e de uma forma muito intensa. E fiquei feliz em saber que a minha sorte, afinal, estava no amor —isso é, segundo a teoria—. E se essa teoria estiver errada, o máximo que vai acontecer é eu ficar rica, então tudo bem. Mas se estiver certa, o mais importante (para mim) eu já tenho.

Mas a questão é que o jogo e o amor tem muitas coisas em comum, cada passo seu precisa ser cuidadosamente pensado. Observando aqueles jogadores de póker de 21 anos e milionários que as vezes aparecem na TV, você consegue perceber que eles não contam nem um pouco com a sorte. Pelo contrário, é tudo muito bem calculado. 
É uma questão de você saber o que está fazendo e onde quer chegar. Como diria Carpinejar, "Se errar é azar, se acertar é sorte, se amar é destino, você é vítima da vida e ainda não fez nada".

Ambos servem para a distração, para a diversão, e se não abusar, servem também para desestressar. Mas se for parar para pensar, o jogo pode te tornar ou não um ser humano com mais dinheiro na conta. Já no amor, a gente só ganha.




Não jogamos no cassino mas foi uma viagem memorável. Saudades.

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25.4.16


[...] Gastar o nosso tempo e, quem sabe, se dar bem".
A letra da música não tem muito a ver com o post mas adoro a banda, adoro a música e essa frase, pelo menos, se encaixou perfeitamente no título.


Vamos respirar fundo porque mais uma semana está começando e todo mundo sabe como a segunda-feira é um saco. E eu não quero parecer um livro de auto-ajuda e encher este post com frases de motivação. Mas precisamos ir devagar e sorrir um pouco. Este post é para me trazer leveza e, quem sabe, trazer para você também.

Deixaram um comentário em uma das redes sociais dizendo que estavam com saudades dos posts aqui no blog. Eu sempre solto um suspiro e digo que também estou. E tenho lá os meus motivos para estar distante mas não quero chorar as minhas pitangas, estou com o pensamento positivo e, aos poucos, as coisas vão se resolvendo.

Escrever aqui é sempre um descanso e um alívio pra mim. Principalmente neste momento que estou escrevendo enquanto escuto essa versão de No Diggity que descobri sem querer. Escuta só que coisa mais gostosa!



Eu já não sei se o blog se tornou minha profissão, dá um trabalhão, viu? Mas o faço com o prazer de um hobby.

E está aí uma questão importante: Qual é o seu hobby? O que você faz por prazer e que, ao terminar, você sente total satisfação? Acho que se dedicar a uma atividade para desviar a atenção das preocupações e dar ao seu dia a dia mais prazer e leveza deveria ser considerada uma tarefa tão importante quanto trabalhar e dormir. Ter um hobby é contar com uma válvula de escape, eu melhoro o meu humor e me sinto muito mais disposta. Quem coloca o item "fazer o que gosta" na lista de prioridades e abre espaço na agenda para um passatempo escolhe ser mais feliz.

Veja alguns possíveis hobbies que já apareceram antes aqui no blog:


Eu tive um final de semana incrível e que me deu um fôlego muito grande para enfrentar essa semana que está começando, que eu já sei que não vai ser fácil.

Gravei com um amigo para o canal e estou LOUCA para mostrar o resultado. Espero que esteja louco para assistir, também!

Por falar em canal, já assistiram o último vídeo? 



Me conte aqui nos comentários como você está, o que tem feito, e quais são os seus hobbies. Vou ficar muito feliz em saber! 
Te desejo uma ótima semana, leve e tranquila.

Beijos!

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19.3.16



O dia que eu aprendi a apreciar uma obra do jeito que ela deve ser apreciada e passei a ser uma ouvinte ativa –ou me notei como uma.

Queria começar a indicar aqui no blog alguns álbuns que tenho ouvido e estou gostando muito. Poderia indexar vários deles mas não seria a forma mais convincente de fazer com que vocês escutem. Então decidi começar contando a minha experiência e, quem sabe, eu consiga convence-los que esta prática (de ouvir álbuns do início até o final, na ordem certinha) pode mudar completamente a sua forma de consumir música.

Eu nunca fui do tipo que escuta álbuns completos. Encontrava uma música, baixava para escutar e pronto. Poucos foram os CD's que comprei na vida. Era uma ouvinte passiva, apesar de sempre ter essa ligação forte com a música.

*Lembrando que ouvintes ativos tem como objetivo entender o que está sendo dito/cantado, enquanto os passivos apenas ouvem.

Hoje em dia temos a moda do streaming. Colocamos alguma playlist para tocar e adicionamos as nossas faixas favoritas. Eu tenho umas 20 playlists com vários artistas que não conheço mais de 3 ou 4 músicas. Músicas ótimas, se encaixam perfeitamente em algumas das minhas playlists temáticas que eu adoro fazer e vocês adoram ouvir –e eu vou voltar a fazer! Aquele meu trauma do grooveshark já está passando e as novas serão no spotify, mesmo!–.

Mas de uns tempos pra cá, isso tem mudado e eu tenho prestado mais atenção em álbuns como uma obra completa, do jeitinho que deve ser.

Em Agosto de 2014 eu fui pela primeira vez ao show da minha banda nacional favorita do momento, a 5 à Seco. Foi o show de lançamento do CD Policromo. Eu já tinha escutado a maioria das faixas no soundcloud da banda, aleatoriamente.
Comprei o CD logo após o show. Meu computador não tem nem entrada para CD, mas gosto de ter a versão física das coisas. Eles autografaram e o Vinicius deixou um recadinho fofo, até. Estava louca para chegar em casa e escutar outra vez aquelas mesmas músicas lindas que escutei ao vivo e ainda não conhecia. Eu ainda tinha um rádio antigo que eu poderia usar.





Peguei o rádio, fechei a porta e coloquei o CD para tocar. Não queria fazer mais nada além de me concentrar nas vozes, nas letras, nos instrumentos, porque ao vivo foi uma experiência incrível. Eles não usavam apenas instrumentos para fazer música.

Mas espera! Isso não era um costume de antigamente? As pessoas iam até a loja de discos, passavam horas escolhendo, chegavam em casa e colocavam para tocar. A única preocupação era ouvir o disco inteiro. Lado A e lado B. Não podiam passar para a próxima faixa se não gostassem da introdução. E mesmo não gostando, elas entendiam do disco melhor do que qualquer um, porque elas realmente o escutaram.

As faixas do Policromo iam passando uma a uma e eu acompanhava a letra pelo CD. De repente eu percebi que o fim de uma música está diretamente ligado ao início da próxima. Vezes pelo mesmo tom, vezes pelo mesmo efeito sonoro.

Conhecendo mais a fundo o trabalho de cada membro da banda (sim, todos eles tem uma carreira além da 5 à Seco), eu sei que as músicas estão onde estão por algum motivo. Eles sempre tomam cuidado em cada passo que dão. Cada coisa em seu lugar, inclusive a ordem das músicas.

Mas Policromo não é o primeiro e nem único álbum assim. Só é o que me fez perceber isso. Querem mais um exemplo?


Deus! Como eu amo esse álbum! Só elogios para ele!

Não fazer nada, apenas sentar e ouvir música parece ser um passatempo raro nos dias atuais. Mas não é um passatempo diferente de sentar e ler um livro por horas, na minha opinião. São formas diferentes de consumo. Ambas te proporcionam sensações. Uma pela visão e a outra pela audição.

Quando um amigo me mostrou o Based On a True Story da Fat Freddys Drop, disse que me apresentaria o álbum a partir da penúltima música, Del Fuego, pois era uma música mais "fácil" de se gostar.

Visto que todas as faixas desse álbum tem uma média de 7 minutos, as introduções são bem longas. Pessoas ansiosas tendem a esperar pela parte cantada e esquecem de prestar atenção nos instrumentos e/ou efeitos sonoros. E neste álbum, eles são tão incríveis quanto a voz de Joe Dukie, que é firme, macia e envolvente.

Este amigo ainda não conhecia meus gostos musicais, entendi o medo. Mas ele acabou me apresentando um álbum que, hoje, considero um dos meus favoritos para ouvir em qualquer ocasião. Porque ele não cansa.

Existe uma diversidade muito rica de instrumentos e influências: reggae, soul, jazz, funk... E a melhor parte é que o álbum faz um looping maravilhoso. Começa calmo em um groove bem gostoso, vai crescendo e ficando animado. Logo em seguida volta a ficar calmo e acaba. E recomeça. E você nem percebe se não conhece.

Garanta estar com um bom som ou bons fones de ouvido ao ouvir esse álbum, você não vai querer perder nenhum detalhe. O baixo nele é uma das coisas mais incríveis. E não é porque é o meu instrumento favorito, ele realmente foi muito bem colocado! 

Para finalizar, um clássico. The Wall é um álbum reúne algumas das minhas músicas favoritas da Pink Floyd. Mas só quando sentei a minha bunda para ouvir o disco inteiro, na ordem, prestando atenção nas letras, percebi que elas tinham alguma ligação muito interessante, além da parte sonora.

De curiosa que sou, fui pesquisar e descobri que o álbum, de fato, conta uma história. Se você é fã da banda, deve estar parecendo óbvia esta informação. Mas não costumo conversar tão a fundo sobre música com as pessoas e descobri por conta própria. O que me deixou muito feliz, olha a minha percepção dando as caras! hehe.

Resmindo: The Wall conta a história de Pink, uma criança que perdeu seu pai na Segunda Guerra Mundial, era oprimido por sua mãe super protetora e atormentado por seus professores, que se comportavam como tiranos, ditadores. Pink cresceu, se tornou um Rockstar e, também, dependente químico. O vício nas drogas acaba fazendo com que Pink construa um muro em sua mente e ele se isola completamente do mundo.

A história é bem longa, complexa e MUITO interessante. O post ficaria 3 vezes mais longo. Se tiver interessado em detalhes, clique aqui.



Se você escuta as músicas de modo aleatório, provavelmente não entende o motivo de tantas vozes e efeitos sonoros como som de helicóptero, telefone e outras coisas. Você precisa entender todo o contexto e tudo vai fazer sentido. Inclusive, há quem pense que a música Another Brick in The Wall, que é dividida em 3 partes, é para ser ouvida em sequência, mas acontecem muitas coisas entre uma parte e outra.

Você embarca em uma viagem sonora muito louca e, se fizer um esforço, pode ver um filme na sua cabeça.

Em um grande álbum, cada faixa é como se fosse um capítulo de um livro. Quando você escuta no modo shuffle ou apenas os singles, é como se você começasse a ler um livro no capítulo 7, pulasse para o prefácio ou procurasse entre as páginas apenas suas partes favoritas sem saber o que trouxe a história até aquele momento.

Não faz sentido.



Não são todos os álbuns que contam uma história ou tem uma ligação entre uma música ou outra. Mas acho que todo álbum vale esse esforço, ainda mais se você for fã de um determinado artista. É uma experiência que todos os apaixonados pela música devem viver.

♥♥♥

É um post enorme mas é uma experiência que eu precisava compartilhar. Se eu atingi uma pessoa, já valeu todo o meu esforço para escrever.

Se você já ouviu algum álbum completo, por favor, me conte como foi a experiência. Aceito sugestões e indicações!

Se você ainda não fez isso, fica aí o convite. Pegue a sua música favorita e ouça um álbum dela do início ao fim, sem pular e sem interromper. Depois volte aqui e me conte como foi a experiência.

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11.3.16


Câmera traseira do iPhone 6S.
Filtro: C9 (VSCOcam)
Ajuste: Exposição + 2

Uma grande alegria para a nação foi quando começaram a lançar os celulares com câmeras frontais. A solução perfeita para os tímidos, que odeiam ter que parar um desconhecido na rua e pedir: "oi, tira uma foto pra mim, por favor?". E se não ficasse boa, a tortura que era pedir outra?

Sem dúvidas a câmera frontal é uma mão na roda, também, na hora de conferir se o batom não está saindo, se o cabelo está arrumado ou se não tem nada grudado no seu dente depois daquele fast food correndo no horário de almoço. Nada substitui um bom espelhinho, mas se você é como eu –uma pessoa nada prevenida, você nunca terá um desses na bolsa.

Viva a câmera frontal!

Mas se o seu objetivo com ela for um pouco mais do que apenas fotografar para registro de algum momento ou dar aquela checada na aparência, ou seja, se você quer uma qualidade maior e uma foto mais elaborada, infelizmente a câmera frontal não vai te atender em todas as horas.

Em comparação a câmera da frente, a câmera frontal perde MUITO em qualidade, independente do celular. E nem sempre a nossa selfie fica como a gente quer. Mas tudo bem. Nada como uma boa iluminação e um bom filtro do VSCOcam para dar uma melhorada. E, no pior dos casos, um espelhão na sua frente para você conseguir se ver na foto usando a câmera traseira.

Abaixo, algumas das selfies que eu fiz com as câmeras do meu celular.


1- Câmera traseira; filtro C9 (sem ajustes); estava usando a câmera traseira mas tinha um espelho na minha frente. Eu conseguia ver como a foto estava ficando pelo reflexo.

2- Câmera frontal; filtro C9 + ajustes (contraste -2; temperatura +1). Para tirar esta foto mais distante eu usei o "pau de selfie". Sim, eu tenho um, hehe.

3- Câmera frontal; filtro X1 (sem ajustes); Nessa foto eu estava em um ambiente totalmente escuro e eu coloquei a lanterna de outro celular para fazer o jogo de luz e sombra 

4- Câmera frontal; filtro C9 (sem ajustes). DICA: O fone de ouvido do iPhone serve, também para disparar fotos da câmera. É só apertar o botão de "atender". Foi isso o que eu fiz nessa foto.


5- Câmera frontal; filtro C9 (sem ajustes)

6- Câmera frontal; filtro C6 –mudei o número, pelo menos HAHA– sem ajustes

7- Câmera frontal; filtro C6 (sem ajustes)

8- Câmera frontal; filtro E3 + ajustes (temperatura -1)

Em todas as fotos eu estava em algum lugar com bastante iluminação natural, com exceção das fotos número 3 e número 5 que usei iluminação artificial.


Como perceberam, sou uma usuária assídua do pack C do aplicativo VSCOcam. Antigamente adorava o pack F, alguma hora eu vou enjoar e escolher outro. 

Há duas semanas atrás eu fiz um vídeo colaborativo com a Letícia Sally sobre as nossas câmeras  do celular. Falamos sobre as configurações de vídeo e dei algumas dicas para conseguir bons resultados. Eu falei sobre o meu celular, o iPhone 6S e a Sally falou sobre o dela, Samsung Galaxy S6.



Anotaram as dicas? 
  • Lugares bem iluminados SEMPRE são a melhor opção para uma foto e vídeo de qualidade;
  • Você pode brincar com lanternas e fazer jogos de luz e sombra. Veja esse look lindo da Suelen Lima do blog Rosto de Neve, uma ótima inspiração;
  • Use o botão do fone de ouvido para disparar a câmera (não sei se funciona em todos os smartphones, faça o teste);
  • Mexa nos ajustes da foto mesmo depois de aplicar os filtros. Os ajustes que eu mais uso são: claridade/brilho, temperatura e contraste.
Espero que tenham gostado do post e das dicas. Se ficou alguma dúvida, deixe nos comentários para eu responder! Ah, não se esqueça de se inscrever lá no canal. Os vídeos que eu tenho feito estão bem legais –mas eu sou suspeita para falar. Assista e me conte! hehe.

Beijos!


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8.3.16



Depois que o parabéns acabou, respirei fundo, fiz um pedido e soprei as velinhas. Eu não sou do tipo que acredita que isso vai fazer algo na minha vida acontecer, de fato. Mas não é bonito?

Fazia tempo que eu já nem gostava tanto assim de fazer aniversário. Mas naquela manhã do dia 3, eu acordei com uma alegria e entusiasmo que nem eu entendi. Na verdade, acordei esmagada por um abraço bem gostoso da Juliane, que mora comigo. Tinha esquecido que era meu aniversário e, quando ela disse "felicidades, amiga!", fui tomada por uma alegria indescritível. Aquele era para ser meu dia.

Eu já tinha marcado um karaokê –sim, em plena quinta-feira– com alguns amigos. Alguns não poderiam ir por motivos óbvios: era quinta-feira. Também choveu bastante, o que atrapalhou a ida de outros. Mas tudo bem. Sei que se todos pudessem, todos estariam lá. Foi incrível, divertido, maravilhoso.

E é nesse ponto que eu quero chegar.


Fico impressionada como só ando cercada por amigas lindas. ~Quenhé~ o SQUAD da Taylor Swift na fila do pão? HUEHUEHE (brinks, Taytay)

A melhor foto da noite. Olhando o celular no dia seguinte, quando a encontrei, mandei para um grupo no whatsapp com essas minhas amigas da foto e pedi: "ALGUÉM ME EXPLICA ESSA FOTO, POR FAVOR".

A foto que mais dá pra ver meu look, que eu achei lindo mas nem fotografei.

Foto da Juliane

Meus amigos são super gatões também, pode falar!


O melhor presente que a gente pode se dar vem de dentro. Não era uma situação diferente em relação ao ano passado. Mas neste, eu estava mais otimista e feliz, talvez tenha me forçado a isso. Tenho pra mim que o cérebro obedece o nosso comando. Foquei em coisas boas para me sentir bem. E deu certo!

Outra coisa que eu penso, é: se eu conheço pessoas boas, legais e divertidas, que sempre me fizeram sentir especial de alguma forma, que me acrescentam e me fazem crescer, é com elas que eu devo estar. Mesmo que só por um instante. Mesmo que a gente nem seja tão amigo ou tenha tanta intimidade assim. Como é o caso de algumas das pessoas nas fotos acima. Mas queria estar com elas porque 100% dos momentos que passamos juntos foi legal, e eu tinha certeza que no meu dia não seria diferente. Algumas pessoas entraram na minha vida de forma breve, sutil e incrivelmente marcante. Assim, sempre que eu me lembro delas, eu só consigo sorrir e pensar que talvez tenha sido na hora certa.

Então um brinde e parabéns para mim, que percebi que o melhor presente só eu posso me dar. Estar feliz comigo mesma e, assim, poder curtir esta felicidade com quem estiver ao meu lado.


PS: Não tenho palavras pra descrever a saudade que estou sentindo da última quinta-feira. Obrigada a todos os que estavam presentes e separaram um tempinho só pra me fazer companhia. Ju, Carla, Emi, Dani, Bruno, Fe, Werneck, Vinicius, Chester e Zeca. Vocês foram incríveis.

PS2: Não poderia me esquecer dos que estão longe. Não sou de São Paulo e a maioria das pessoas mais queridas estão em Petrópolis ou no Rio de Janeiro. Mas recebi cada ligação e mensagem como um abraço bem apertado e um beijo bem molhado na minha bochecha. OBRIGADA!


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a blogueira


Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





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