1.8.15


Victor, eu, Geyse, Alê e Fábio. -Obrigada por nos receberem! Vocês são incríveis!

Eu só sabia que queria ir. Para qualquer lugar. Juntei grana durante um bom tempo, de um jeito muito bizarro -mas que deu certo- e tinha alguns lugares em mente. Não esse. E acho que isso tornou essa experiência a coisa mais incrível que poderia ter me acontecido.

Fomos recebidos pelo Fábio e pela Alê. Um casal de brasileiros, primos da Geyse. Tão bom ter gente que te recebe de braços abertos, cheios de dicas e planos para te deixarem o mais feliz e confortável possível! E essa viagem só aconteceu porque eles estavam lá, nos esperando.

Eles traduziram, explicaram, nos levaram e trouxeram, ensinaram, zoaram e nos fizeram sentir em casa. 

E eu realmente estava

Sentia que estava conhecendo uma parte nova da minha casa, que é esse mundão enorme. Me pegava suspirando e pensando "esse mundo é tão imenso e a gente quase não sai de um cantinho!".

Ainda bem que nenhum lugar é igual. Ainda bem que eu entendo que todo lugar tem os seus encantos.

Fiquei sabendo que rola muito preconceito com a Bolívia. Fiquei assustada com alguns comentários quando me contaram sobre esse preconceito. 

"País pobre", "lugar nojento", "o que você vai fazer lá? Vender drogas?" Entre outras coisas. Ainda bem que não falaram nada disso para mim. Eu só posso sentir pena porque tenho certeza que a pobreza verdadeira tá dentro de cada um incapaz de achar a riqueza nas coisas mais simples.

Se isso aí quer dizer um país pobre... como seria um rico?

Pois saibam que eu fui muito feliz por lá e vou dar o meu máximo para contar tudo com o maior número de detalhes que eu conseguir, porque os nossos hermanos merecem.

Fiquem atentos lá na página e principalmente no canal do youtube porque quem é inscrito sempre assiste primeiro. Vou adorar compartilhar o meu olhar sobre a Bolívia com vocês!

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28.7.15



Saudações, leitores do Bolas de Meia! Eu sou Lucas Cabrero do blog Junta 7 e estou a pedidos da Ana para falar sobre um tema que eu gosto muito e, sem duvida, não sou o único: cinema! Afinal, quem não gosta de se afundar nas cobertas nesse inverno e curtir um bom filme? Por mais descompromissado que ele possa parecer, o cinema nunca perdeu a oportunidade de usar o roteiro, a fotografia e sua trilha sonora para abordar temas do cotidiano e proporcionar uma reflexão acerca da sociedade e sobre nossa própria vida.
Sem mais delongas, vamos à seleção de filmes para pensar na vida, no universo e tudo mais (os filmes estão por ordem de lançamento):
- Curtindo a Vida Adoidado (1986)
Esse clássico da Sessão da Tarde quase passou despercebido na minha lista exatamente por ter sido reprisado à exaustão pela Globo (e em praticamente todos os canais de TV por assinatura). No filme, Ferris Bueller (Matthew Broderick) finge estar doente para faltar a aula e curtir um dia na cidade grande ao lado do seu melhor amigo (Alan Ruck) e sua namorada (Mia Sara) antes que as férias de verão (e as responsabilidades da vida adulta)acabem com a amizade dos três.
A mensagem do filme e o porquê dele fazer parte dessa lista fica bem explicita quando Ferris solta a clássica frase: "A vida passa muito rápido, se você não parar e olhar em volta você vai acabar perdendo." Por mais que o filme seja da década de oitenta, ainda vale a pena pensar sobre as amarras que nos impedem de fazer do que nos queremos fazer. Curtindo a Vida Adoidado, por mais batido que a Sessão da tarde o tenha deixado, mostra como é importante chutar o balde (ou o pau da barraca, ou o cachorro louco, escolha um) de vez em quando. Saia com seus amigos, realize feitos espontâneos para ter o que contar aos netos, não tenha medo de invadir um desfile de rua e cantar "Twist and Shout", até porque a vida fica bem melhor se tiver um numero musical no meio ;)
- Pequena Miss Sunshine (2006)

Integrante cativo da minha lista de melhores filmes. Pequena Miss Sunshine conta a história de Olive (Abigail Breslin), que parte junto com sua família nem um pouco convencional (que inclui um adolescente emburrado, um avô drogado, um tio suicida, uma mãe a beira de um ataque de nervos e um pai com dificuldade em alcançar sucesso profissional) rumo a um concurso de beleza infantil. Na estrada, as diferenças entre os integrantes da família são discutidas e postas a prova.
É difícil eu comentar sobre esse filme sem destilar milhões de palavras de puro amor por Pequena Miss Sunshine. Além de um filme perfeito na questão de fotografia, atuação e trilha sonora (DeVotchKa <3), Pequena Miss Sunshine é uma lição sobre como aceitar suas diferenças. Olive foge dos padrões de beleza e nem por isso é um impedimento a buscar seus objetivos, isso sem falar da história do tio da menina (Steve Carrell), homossexual e suicida. Em um mundo cada vez mais cheio de ativismos, textões no Facebook defendendo ou não minorias, Pequena Miss Sunshine traz uma mensagem pra levar para vida sobre como as diferenças nos complementam muitas vezes e deixam de ser um obstáculo quando descobrimos como é a vida da pessoa que está do seu lado. Hoje em dia falta entender que antes da menina gordinha, do gay quarentão ou do adolescente emburrado existe uma pessoa com sonhos, objetivos e sentimentos.
- Tão Forte Tão Perto

Todos os filmes dessa lista eu já vi mais de uma vez (Pequena Miss Sunshine eu vejo praticamente todo mês), exceto Tão Forte Tão Perto, que peguei pra assistir zapeando os canais da vida. No filme, o pequeno Oskar (Thomas Horn) perde o pai (Tom Hanks) nos ataques terroristas de 11 de Setembro. Anos depois, ele ainda sente a falta do pai, que o ajudava a interagir socialmente inventando jogos de exploração. Quando o menino encontra uma chave nos pertences do pai, ele parte numa busca para encontrar a fechadura certa e, quem sabe, poder viver mais alguns minutos na presença do pai antes que ele supere essa perda.
É fortemente recomendado ver esse filme com lenços ao lado. A história é tocante e se você, assim como eu, tem a lembrança do 11/09 ainda marcada na memoria, acompanhar uma história que mostra de perto a vida de quem perdeu alguém nos atentados é certeza de momentos emocionantes. O que eu acho mais interessante no filme é que ele corrobora uma coisa que eu sempre falo: exercemos uma influencia poderosa na vida das pessoas. A jornada de Oskar tocou a vida de muitas pessoas que simpatizaram com a história dele, em parte porque o 11/09 tocou muitos. O filme deixa pergunta: de que forma nossas buscas, objetivos e sonhos afetam a vida das pessoas próximas a nós? Até que ponto isso pode nos prejudicar e impedir de nos conectar com o próximo?

- 50% (2006)

O último filme da lista é uma descoberta recente, 50% conta a história de Adam (Joseph Gordon-Levitt), um jovem que descobre ter câncer. Ao perceber que as chances de cura são de exatos 50%, Adam tenta viver cada dia como se fosse o último ao lado do seu melhor amigo (Seth Rogen).
A maior lição que dá pra tirar desse filme é que, primeiro, ele é sensacional. Segundo, é uma lição tremenda sobre amizades e como amigos são importantes em momentos difíceis. Isso sem falar que 50% trata do câncer com uma sensibilidade difícil de ver no cinema ou na TV, fugindo dos clichês do gênero graças ao carisma de Joseph Gordon-Levitt e Seth Rogen. Num filme que trata sobre como a vida passa rápido, seria muito fácil ficar deprimido com ele. Mas o roteiro trabalha tanto na sutileza, sem exagerar demais na dose de drama, comédia e romance.

Menções honrosas: As séries The Big C (2010-2013), My Mad Fat Diary (2013-2015) e a músicas “I’ll Go Crazy If I Don’t go Crazy Tonight” do U2, que é simplesmente a musica da minha vida.



E termina aqui minha participação no Bolas de Meia! Mais uma vez obrigado Ana, sua linda, pelo convite! Me sigam no twitter (@lucas_lmc), Instagram (lucasmcabrero) e no Snapchat (lucascabrero) para mais sobre cinema, TV, a vida, o universo e tudo mais!


E não deixem de comentar, qual filme que você gosta tem uma lição de vida importante pra você? Ciao!



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22.7.15



Oii, pessoal! Como estão as férias? Aproveitando muito? E os posts dos meus amigos, estão curtindo? Espero que sim!! Enfim estou conseguindo escrever um post daqui para vocês.

Eu e o frio daqui de La Paz temos nos dado muito bem! A temperatura durante a noite que fotografei foi -1º e esse look segurou bem! Eu usei uma segunda pele, outra blusa de lã, um short térmico e uma meia 6/8 por baixo da bota. Como fiquei a maior parte do dia em ambientes fechados, as vezes chegava a sentir calor.

Esse vestido de lã é bem quentinho e eu consigo usa-lo com várias combinações. Mas amo usar com essa bota. E essa jaqueta de couro vermelha foi um achado na feira 16 de Julho, em El Alto. Me custou 70 bolivianos, 35 reais. É usada mas parece nova. Não tinha comprado nada na feira, ainda, apesar de ter me deparado com vários chapéus que fiquei louca para comprar, quando vi uma jaqueta de couro por esse valor, não pude deixar pra lá






Vocês gostaram tanto quanto eu? Respondam nos comentários! Queria sair todos os dias assim!
As fotos quem tirou foi o Victor. E eu tive que colocar fotos com a Geyse porque ela também estava linda!

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21.7.15



Oi pessoal do Bolas de Meia! Sou a Dani Nogueira do blog Mimimi e Fofurices, e como vocês sabem, a Ana convidou algumas amigas blogueiras pra postar aqui no blog lindico dela enquanto ela está fora, e eu fico muito feliz e honrada de ser convidada.
Eu vim falar sobre financiamento coletivo, e sobre um projeto meu, que é o meu próprio livro.
Pra quem não sabe, financiamento coletivo nada mais é do que tentar tirar uma ideia do projeto com a ajuda de pessoas que se interessam pelo produto que está sendo financiado. Vou explicar melhor, dando o meu futuro livrinho como exemplo...

♥ COMO SERÁ O LIVRO?
O "Mimimi e Fofurices - Guia de Estilo" é voltado para o público feminino, abordando temas como moda, beleza, decoração, fotografia, turismo e muitos outros, ah, e muitos DIYs criativos e diferentes sobre cada um desses temas.
A ideia principal é um livro cheio de inspirações para meninas e mulheres, independente do estilo e gosto, porque também é um livro motivacional. Os DIY são fáceis e facilmente alteráveis de acordo com o gosto de cada um. Tem muito de mim, da minha personalidade e das minhas experiências, principalmente capilares, como dicas de cuidados com os fios, colorações, o que fazer e o que não fazer. Também tem textos refletivos, sobre padrões de estética, estilo, e tudo que envolve esse nosso mundo, mas normalmente às vezes nos parece algo ruim. 

♥ COMO SERÁ PUBLICADO?
livro será via financiamento coletivo, ou seja, está sendo vendido antes de ser publicado. A ideia é, quem ajuda ter um produto pra receber por apoiar o projeto. Temos uma meta de valor, e 31 dias pra conseguir atingi-la, e por isso precisamos muito da ajuda de todo mundo. Muita gente ainda não sabe nada sobre o crowdfunding, mas tem ajudado muitos escritoras a ingressarem nesse mercado de trabalho, e a editora que está cuidando do meu projeto é a Bookstart.
Achei a ideia maravilhosa, porque aproxima muito o leitor da obra, e, principalmente do autor. Somente com a ajuda de outras pessoas é possível tirar um projeto assim do papel, e eu estou tentando tirar o meu, por isso se você conhecer o meu trabalho, gostar do que eu faço e sentir que quer me apoiar nessa jornada, vou ficar muito feliz, mesmo que seja só apoio moral. 

♥ COMO AJUDAR?
Lá na página do meu projeto tem vários pacotes legais. Você pode ajudar com qualquer valor a partir de R$10,00,  comprar o livro por R$32,90 ou comprar um serviço muito legal, como:
  • O livro físico e ebook + um colar LINDO de unicórnio feito totalmente exclusivo para ele. É muito amorzinho! Limitado a 30 pessoas. Por R$69,90.
  • O livro físico e ebook + um chá da tarde super legal no Rio de Janeiro ou São Paulo, comiguinho e com direito a comidinhas fofas e brindes SUPER LEGAIS. Limitados a 10 pessoas. Por R$89,90.
  • livro físico e ebook + um dia de beleza comiguinho no Centro Técnico da Salon Line, com direito a fazer o que você quiser no cabelo (platinar, deixar colorido, fazer californianas, etc) tudo com um profissional super confiável e produtos de qualidade. Pena que só teremos em São Paulo! :( Limitado a 5 pessoas. Por R$299,00.
  •  livro físico e ebook + uma tatuagem no estúdio Phetattooist, também comigo. O tatuador Feliphe Veiga é um ótimo profissional, faz um trabalho incrível, e é o responsável por 2 das minhas 4 tatuagens. Só em São Paulo também. :( Limitado a 2 pessoas. Por R$399,90.
E também tem o pacote patrocinador, pra você que é uma empresa e deseja apoiar o projeto e anunciar ao mesmo tempo. O seu logo será estampado na contracapa de todos os livros impressos. Limitado a 5 marcas. Por R$1.000,00. 

*A data LIMITE estimada para a entrega do livro é novembro/2015.
*Se o livro não atingir a meta, todos receberão o dinheiro de volta, por isso na hora da compra eles pedem sua conta bancária para que o dinheiro possa ser devolvido automaticamente.

É isso, pessoal! Se vocês tiverem alguma dúvida sobre financiamento coletivo, ou sobre o meu projeto, deixem aqui nos comentários ou me contatem! Espero que vocês possam me ajudar, nem que seja enviando pensamento positivo!

Agradeço à Aninha pelo espaço. Muito feliz em poder postar no blog de uma pessoa tão querida!
Espero que tenham gostado!


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17.7.15


Confesso que quando a Ana me convidou para escrever no Bolas de Meia eu surtei por dentro, afinal, adoro o blog dela! Mesmo nunca tendo escrito no blog de outra pessoa, somente no meu, me senti bem confiante, pois o assunto do post é sobre algo que entendo muito, muitíssimo: morar sozinha.
Olá! Eu sou a Ju, sou dona do blog FuckYeahBloggers e nas horas vagas rommie da Ana, heheh.
Faz quase cinco anos que eu estou morando em São Paulo. Gostaria de poder virar e falar que uma hora a saudade de casa se estabiliza e dá até pra esquecer dela, mas não dá.
Credo, esse parágrafo ficou meio pessimista, não é?! Mas vou explicar melhor, porque é uma saudade boa e saudável.

Ao contrário do que acontece com muitas pessoas, nos meus primeiros anos fora das “asas dos meus pais” tudo correu muito bem, eu praticamente não voltava para casa, claro que a saudade sempre aparecia, mas eu esperava aumentar mais um pouquinho pra voltar, só nunca pensei que apertaria tanto como agora, cinco anos depois.

Em momento algum eu me arrependo de ter saído da minha cidade (que no caso é Jales, interior de SP), jamais! Sonho é uma das poucas coisas que conseguem anular sentimentos como o medo e algo que descobri mais tarde: a saudade.

 Meu amor por São Paulo só cresce!

Saí de Jales com 17 anos, fui morar em São Paulo e passei dois anos vivendo com o meu irmão (um grande de um alívio), depois me aventurei nas repúblicas da vida. Mas dei sorte! Estou no mesmo lugar até agora, no caso, o apartamento que vivo com a Ana.

Morar sozinha é um passo na vida que ao meu ver é um tanto quanto complicado. É meio que aquele momento que você decide: sim, preciso criar responsabilidades. Claro que seus pais, na maioria das vezes vão ajudar nas despesas e tudo mais, só que e o resto?! E a roupa passada? Os abraços nas horas difíceis? A falta de mimo naquela gripe horrível que surgiu no meio da semana? Pois é, lá vamos nós para os altos e baixos de morar sozinho.

Tudo tem seu lado bom e seu lado ruim, durante esses quase cinco anos já aprendi muita coisa, agora eu sei fazer uma comida melhor, sei como lavar minhas roupas, como sarar de uma doença chata, pagar contas e até dar informação para estranhos, rs. Morar sozinha é uma experiência única, é redescobrir suas qualidades e defeitos, aprender a lidar com suas fraquezas e comemorar os pequenos passos que você caminhou – sozinho.

Decidir sair da casa dos pais não é algo fácil e eu admiro muito quem consegue, se a maioria dos filhotes de animais só saem de perto por livre e espontânea pressão, imagina nós humanos que o que os pais mais querem é que os filhos fiquem bem protegidos em casa? Pois é!

Estou horrível, mas meus pais definitivamente salvaram a foto, rs

Mas essa tal profissão da vida chamada seguidor de sonhos não é moleza. Se por um lado morar sozinho te traz mais liberdade, aprendizados e independência; a solidão vem numa mescla de saudade e ansiedade.

            Minha cidade fica há mais ou menos 8 horas de viagem de São Paulo, sendo assim, eu acabo visitando a minha terrinha só nos feriados e por esse motivo a barrinha da saudade chega a níveis extremos. E se vocês acham que a rotina corrida da capital ajuda, que nada.

Eu vejo meus pais em todos os lugares. Já senti o mesmo cheirinho do meu pai (porque sim, todas as pessoas têm um cheirinho que não é o de perfume) dentro do ônibus e fiquei imaginando como seria bom se ele estivesse ali, já vi minha mãe em milhares de mulheres que passam por mim com um sorriso amável e desejam bom dia, ou na moça do barzinho do lado de casa que é sempre tão atenciosa. Não sei nem dizer quantas vezes me peguei experimentando roupas que minha mãe adoraria que eu usasse ou sentei em cadeiras confortáveis de lojas por lembrarem a da minha casa. Quando a saudade aperta você faz coisas inimagináveis.

Mas ir para a casa é como reviver minha adolescência só que de uma forma muito melhor, porque agora eu aproveito todos os segundos possíveis que tenho ao lado dos meus pais, coisa que eu não fazia antes. No fim de todo feriado eu entro naquele velho ônibus que me leva em busca dos meus sonhos. Sinto que o aperto do abraço que recebo dos meus pais é tão forte quanto o que levamos dentro do peito, mas quando nossos olhares se cruzam e eu vejo o orgulho que eles têm de mim, sei que fiz a escolha certa.

Meu longo caminho de 8 horas

Se eu pudesse resumir a experiência de morar sozinha, eu diria que é como esta frase: “é bom abrir asas e voar!”. 
            Tem alguém por aqui pronto pra alçar voo? =)

E caso você precise de um estímulo, lá vai! Se eu não tivesse saído de casa, nada disso teria me acontecido:





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a blogueira


Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





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