22.7.15



Oii, pessoal! Como estão as férias? Aproveitando muito? E os posts dos meus amigos, estão curtindo? Espero que sim!! Enfim estou conseguindo escrever um post daqui para vocês.

Eu e o frio daqui de La Paz temos nos dado muito bem! A temperatura durante a noite que fotografei foi -1º e esse look segurou bem! Eu usei uma segunda pele, outra blusa de lã, um short térmico e uma meia 6/8 por baixo da bota. Como fiquei a maior parte do dia em ambientes fechados, as vezes chegava a sentir calor.

Esse vestido de lã é bem quentinho e eu consigo usa-lo com várias combinações. Mas amo usar com essa bota. E essa jaqueta de couro vermelha foi um achado na feira 16 de Julho, em El Alto. Me custou 70 bolivianos, 35 reais. É usada mas parece nova. Não tinha comprado nada na feira, ainda, apesar de ter me deparado com vários chapéus que fiquei louca para comprar, quando vi uma jaqueta de couro por esse valor, não pude deixar pra lá






Vocês gostaram tanto quanto eu? Respondam nos comentários! Queria sair todos os dias assim!
As fotos quem tirou foi o Victor. E eu tive que colocar fotos com a Geyse porque ela também estava linda!

Me acompanhe também nas redes sociais:

Se inscreva aqui no canal novo

Marcadores: , , ,










21.7.15



Oi pessoal do Bolas de Meia! Sou a Dani Nogueira do blog Mimimi e Fofurices, e como vocês sabem, a Ana convidou algumas amigas blogueiras pra postar aqui no blog lindico dela enquanto ela está fora, e eu fico muito feliz e honrada de ser convidada.
Eu vim falar sobre financiamento coletivo, e sobre um projeto meu, que é o meu próprio livro.
Pra quem não sabe, financiamento coletivo nada mais é do que tentar tirar uma ideia do projeto com a ajuda de pessoas que se interessam pelo produto que está sendo financiado. Vou explicar melhor, dando o meu futuro livrinho como exemplo...

♥ COMO SERÁ O LIVRO?
O "Mimimi e Fofurices - Guia de Estilo" é voltado para o público feminino, abordando temas como moda, beleza, decoração, fotografia, turismo e muitos outros, ah, e muitos DIYs criativos e diferentes sobre cada um desses temas.
A ideia principal é um livro cheio de inspirações para meninas e mulheres, independente do estilo e gosto, porque também é um livro motivacional. Os DIY são fáceis e facilmente alteráveis de acordo com o gosto de cada um. Tem muito de mim, da minha personalidade e das minhas experiências, principalmente capilares, como dicas de cuidados com os fios, colorações, o que fazer e o que não fazer. Também tem textos refletivos, sobre padrões de estética, estilo, e tudo que envolve esse nosso mundo, mas normalmente às vezes nos parece algo ruim. 

♥ COMO SERÁ PUBLICADO?
livro será via financiamento coletivo, ou seja, está sendo vendido antes de ser publicado. A ideia é, quem ajuda ter um produto pra receber por apoiar o projeto. Temos uma meta de valor, e 31 dias pra conseguir atingi-la, e por isso precisamos muito da ajuda de todo mundo. Muita gente ainda não sabe nada sobre o crowdfunding, mas tem ajudado muitos escritoras a ingressarem nesse mercado de trabalho, e a editora que está cuidando do meu projeto é a Bookstart.
Achei a ideia maravilhosa, porque aproxima muito o leitor da obra, e, principalmente do autor. Somente com a ajuda de outras pessoas é possível tirar um projeto assim do papel, e eu estou tentando tirar o meu, por isso se você conhecer o meu trabalho, gostar do que eu faço e sentir que quer me apoiar nessa jornada, vou ficar muito feliz, mesmo que seja só apoio moral. 

♥ COMO AJUDAR?
Lá na página do meu projeto tem vários pacotes legais. Você pode ajudar com qualquer valor a partir de R$10,00,  comprar o livro por R$32,90 ou comprar um serviço muito legal, como:
  • O livro físico e ebook + um colar LINDO de unicórnio feito totalmente exclusivo para ele. É muito amorzinho! Limitado a 30 pessoas. Por R$69,90.
  • O livro físico e ebook + um chá da tarde super legal no Rio de Janeiro ou São Paulo, comiguinho e com direito a comidinhas fofas e brindes SUPER LEGAIS. Limitados a 10 pessoas. Por R$89,90.
  • livro físico e ebook + um dia de beleza comiguinho no Centro Técnico da Salon Line, com direito a fazer o que você quiser no cabelo (platinar, deixar colorido, fazer californianas, etc) tudo com um profissional super confiável e produtos de qualidade. Pena que só teremos em São Paulo! :( Limitado a 5 pessoas. Por R$299,00.
  •  livro físico e ebook + uma tatuagem no estúdio Phetattooist, também comigo. O tatuador Feliphe Veiga é um ótimo profissional, faz um trabalho incrível, e é o responsável por 2 das minhas 4 tatuagens. Só em São Paulo também. :( Limitado a 2 pessoas. Por R$399,90.
E também tem o pacote patrocinador, pra você que é uma empresa e deseja apoiar o projeto e anunciar ao mesmo tempo. O seu logo será estampado na contracapa de todos os livros impressos. Limitado a 5 marcas. Por R$1.000,00. 

*A data LIMITE estimada para a entrega do livro é novembro/2015.
*Se o livro não atingir a meta, todos receberão o dinheiro de volta, por isso na hora da compra eles pedem sua conta bancária para que o dinheiro possa ser devolvido automaticamente.

É isso, pessoal! Se vocês tiverem alguma dúvida sobre financiamento coletivo, ou sobre o meu projeto, deixem aqui nos comentários ou me contatem! Espero que vocês possam me ajudar, nem que seja enviando pensamento positivo!

Agradeço à Aninha pelo espaço. Muito feliz em poder postar no blog de uma pessoa tão querida!
Espero que tenham gostado!


Marcadores: , ,










17.7.15


Confesso que quando a Ana me convidou para escrever no Bolas de Meia eu surtei por dentro, afinal, adoro o blog dela! Mesmo nunca tendo escrito no blog de outra pessoa, somente no meu, me senti bem confiante, pois o assunto do post é sobre algo que entendo muito, muitíssimo: morar sozinha.
Olá! Eu sou a Ju, sou dona do blog FuckYeahBloggers e nas horas vagas rommie da Ana, heheh.
Faz quase cinco anos que eu estou morando em São Paulo. Gostaria de poder virar e falar que uma hora a saudade de casa se estabiliza e dá até pra esquecer dela, mas não dá.
Credo, esse parágrafo ficou meio pessimista, não é?! Mas vou explicar melhor, porque é uma saudade boa e saudável.

Ao contrário do que acontece com muitas pessoas, nos meus primeiros anos fora das “asas dos meus pais” tudo correu muito bem, eu praticamente não voltava para casa, claro que a saudade sempre aparecia, mas eu esperava aumentar mais um pouquinho pra voltar, só nunca pensei que apertaria tanto como agora, cinco anos depois.

Em momento algum eu me arrependo de ter saído da minha cidade (que no caso é Jales, interior de SP), jamais! Sonho é uma das poucas coisas que conseguem anular sentimentos como o medo e algo que descobri mais tarde: a saudade.

 Meu amor por São Paulo só cresce!

Saí de Jales com 17 anos, fui morar em São Paulo e passei dois anos vivendo com o meu irmão (um grande de um alívio), depois me aventurei nas repúblicas da vida. Mas dei sorte! Estou no mesmo lugar até agora, no caso, o apartamento que vivo com a Ana.

Morar sozinha é um passo na vida que ao meu ver é um tanto quanto complicado. É meio que aquele momento que você decide: sim, preciso criar responsabilidades. Claro que seus pais, na maioria das vezes vão ajudar nas despesas e tudo mais, só que e o resto?! E a roupa passada? Os abraços nas horas difíceis? A falta de mimo naquela gripe horrível que surgiu no meio da semana? Pois é, lá vamos nós para os altos e baixos de morar sozinho.

Tudo tem seu lado bom e seu lado ruim, durante esses quase cinco anos já aprendi muita coisa, agora eu sei fazer uma comida melhor, sei como lavar minhas roupas, como sarar de uma doença chata, pagar contas e até dar informação para estranhos, rs. Morar sozinha é uma experiência única, é redescobrir suas qualidades e defeitos, aprender a lidar com suas fraquezas e comemorar os pequenos passos que você caminhou – sozinho.

Decidir sair da casa dos pais não é algo fácil e eu admiro muito quem consegue, se a maioria dos filhotes de animais só saem de perto por livre e espontânea pressão, imagina nós humanos que o que os pais mais querem é que os filhos fiquem bem protegidos em casa? Pois é!

Estou horrível, mas meus pais definitivamente salvaram a foto, rs

Mas essa tal profissão da vida chamada seguidor de sonhos não é moleza. Se por um lado morar sozinho te traz mais liberdade, aprendizados e independência; a solidão vem numa mescla de saudade e ansiedade.

            Minha cidade fica há mais ou menos 8 horas de viagem de São Paulo, sendo assim, eu acabo visitando a minha terrinha só nos feriados e por esse motivo a barrinha da saudade chega a níveis extremos. E se vocês acham que a rotina corrida da capital ajuda, que nada.

Eu vejo meus pais em todos os lugares. Já senti o mesmo cheirinho do meu pai (porque sim, todas as pessoas têm um cheirinho que não é o de perfume) dentro do ônibus e fiquei imaginando como seria bom se ele estivesse ali, já vi minha mãe em milhares de mulheres que passam por mim com um sorriso amável e desejam bom dia, ou na moça do barzinho do lado de casa que é sempre tão atenciosa. Não sei nem dizer quantas vezes me peguei experimentando roupas que minha mãe adoraria que eu usasse ou sentei em cadeiras confortáveis de lojas por lembrarem a da minha casa. Quando a saudade aperta você faz coisas inimagináveis.

Mas ir para a casa é como reviver minha adolescência só que de uma forma muito melhor, porque agora eu aproveito todos os segundos possíveis que tenho ao lado dos meus pais, coisa que eu não fazia antes. No fim de todo feriado eu entro naquele velho ônibus que me leva em busca dos meus sonhos. Sinto que o aperto do abraço que recebo dos meus pais é tão forte quanto o que levamos dentro do peito, mas quando nossos olhares se cruzam e eu vejo o orgulho que eles têm de mim, sei que fiz a escolha certa.

Meu longo caminho de 8 horas

Se eu pudesse resumir a experiência de morar sozinha, eu diria que é como esta frase: “é bom abrir asas e voar!”. 
            Tem alguém por aqui pronto pra alçar voo? =)

E caso você precise de um estímulo, lá vai! Se eu não tivesse saído de casa, nada disso teria me acontecido:





Marcadores: , ,










15.7.15



Eu sou a Sally, uma pessoa que, por um acaso feliz, conheceu a Ana em uma viagem e nunca mais conseguiu ficar sem ela na vida.

Fui convidada para escrever pra vocês enquanto ela viaja e olha só que coincidência: acabo de chegar de uma!
Pensando no que compartilhar com vocês, percebi que poderia falar de duas coisas que tenho em comum com a Ana: fotografia e viagem!

Não, não quero dar dicas de como fotografar melhor durante uma viagem nem nada do tipo. Eu quero compartilhar algo que venha do meu coração, e não da minha cabeça. Quero falar de experiências, de bagagem emocional e de memórias!

Há muito tempo eu andava angustiada por aí e, aparentemente, eu só tinha motivos para estar bem. Estava trabalhando na filial de uma empresa conhecida mundialmente, estava noiva do grande amor da minha vida e tinha acabado de conquistar sonhos de consumo que nunca havia imaginado.

Um desses sonhos de consumo era uma câmera fotográfica que me atendesse melhor como fotógrafa. Eu consegui, mas mesmo assim faltava algo. Faltava fotografar para mim, e não para os outros. Faltava viver um pouco para mim, e não para uma empresa. Eu estava me sentindo encurralada pelo clichê da vida que a maioria das pessoas vai levando na maior tranquilidade.

Eu gostaria de continuar dizendo que larguei tudo e simplesmente fui viajar, mas nada acontece de repente e nem cai do céu!
Eu não larguei o trabalho formal. Ele que me largou. Eu não parei de fotografar para os outros, problemas de saúde me fizeram parar e por aí vai.

A gente nunca entende de cara o porquê de muita coisa. Mas o tempo passa e nos mostra que tudo acontece para que a gente esteja aqui, agora e exatamente da forma como nos transformamos até aqui. E foi assim que eu olhei abig picture e me vi recém-casada, com uma câmera na mochila e um passaporte na mão.




Nessa hora passou um filme na minha cabeça e bateu um frio na barriga enquanto eu tentava criar coragem para sair do meu país para um outro onde não conhecia ninguém e não teria pai e a mãe lá por mim. Ninguém estaria lá por mim.

E foi aí que eu entrei em um avião onde lá mesmo já não falavam a minha língua, onde, a cada segundo, eu ficava mais e mais longe de casa. Mas sabe o exato momento quando comecei a mudar? A partir do instante em que pisei em solo desconhecido, que vi coisas que nunca havia visto, experimentado uma água diferente e comidas inimagináveis. Foi a partir do momento em que as lentes da minha câmera conseguiram enxergar paisagens de tirar o fôlego e elas foram, num passe de mágica, eternizadas em um cartão de memória ou filme analógico. Pra sempre.

Lá se foi metade de um mês vivenciando uma cultura tão diferente da minha e, no final das contas, eu voltei cheia daquilo que me faltava tanto e que descrevi no início desse texto. Eu descobri que há um bem mais valioso de se carregar do que qualquer bem material que posso acumular em uma vida clichê.


Descobri que a minha casa é para onde meus pés vão e que "lar" sempre será uma pessoa, não um lugar.
Descobri que há tanto o que se ver, o que sentir e o que registrar, que consegui entender o porquê de ver tantos outros, da nossa geração, colocando uma câmera na mochila e indo aumentar sua bagagem de vida pelo mundo a fora.

Era simples o que eu tinha para compartilhar, mas veio do fundo do meu coração. talvez eu tenha ajudando a alguém que está passando exatamente pelo que eu passei e é isso que eu espero, de verdade!



Um beijo para os leitores queridos do Bolas de Meia e um beijão com abraços para a Aninha! Espero que você volte com tanta bagagem de vida e com tantas fotos lotando o cartão de memória. Isso significa que tudo ocorreu bem e da maneira que precisava ocorrer.

Até a próxima! Tchauzinho!


Marcadores: , ,










13.7.15



Yey! Olá, internet! Olá, Bolas de Meia! Eu sou a Alana do blog Se eu fosse Alice. Eu poderia ser falsa e dizer que a Ana é isso e aquilo de bom mas, se vocês forem ler a descrição que ela fez ao meu respeito no final desse post, vocês entenderão por que não farei isso. 

Já que a dona desse bog é carioca (ela vai me corrigir dizendo que ela é fluminense (??!!! é isso mesmo?) por que quem mora em Petrópolis é isso aí e só é carioca quem nasceu no Rio - whatever - nem sei se expliquei direito).  Voltando... Já que a dona desse blog é carioca, no post de hoje vim contar para vocês nove fatos legais que aconteceram em nove meses em que estou morando no Rio de Janeiro. Eu realmente adoro esse lugar! 

Vejam o vídeo e se inscrevam no canal!

A Ana me falou que os leitores dela são muito legais, PROVEM - se inscrevam no canal, ele é novo e toda quinta tem vídeo novo no ar!
Me contem o que vocês acham do Rio de Janeiro. Qual sua cidade preferida no Brasil? :) 


Marcadores: ,











a blogueira


Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





facebook






categorias


instagram


link-me!
Bolas de Meia -
Bolas de Meia -


correio




publicidade

Choies-The latest street fashion
www.lalalilo.com
lalalilo.com
arquivos

















Bolas de Meia - 2011 ~ 2013 ©
Todas as postagens aqui contidas são de autoria da Ana Arantes, exceto quando apontado o contrário. As imagens utilizadas são fruto de reproduções, e se você teve seu conteúdo publicado aqui e deseja que seja retirado, entre em contato em contato@bolasdemeia.com.




Design e codificação por Júlia Duarte.



From scratch, with ♥
Powered by Blogger.
Ícones We ♥ Icon Fonts
Ilustrações: Malena Flores