27.9.16



Cerque-se de pessoas que te façam sair de casa no domingo.

Mantenha por perto pessoas que te façam esquecer que amanhã é segunda-feira, que te encham de vontade de sair por aí para praticar um hobby que você deixou de lado há muito tempo, porque passa muito tempo trabalhando, estudando, se preocupando com as coisas que a vida te exige que se preocupe.

Cerque-se de pessoas que estão dispostas a te ensinar o que elas sabem, e cerque-se de pessoas que querem aprender com você, também.

Foto por: Bruno Massao no evento #QueroFotografarLiar

Conheci a Jéssica em um dos Happy Hours do YouTube Space. Trocamos poucas palavras mas nos demos bem logo de cara. Eu amei os vídeos dela. 
Nossos encontros foram acontecendo mais e mais vezes, e cada dia eu encontrava um motivo novo para querer te-la perto.

Em um desses encontros, final de domingo, paramos em um café e ela me apresentou alguns amigos. Eles estavam com câmeras e, depois de muito tempo, eu me peguei fotografando tudo e nada, exatamente como era quando eu ganhei a minha primeira.

A Liar (pronuncia-se Liár) me fez sentir vontade de voltar a andar de patins e aprender a andar de Skate. Ela levou as meninas do YouTube a sentirem vontade de jogar futebol e juntas nós formamos o time mais lindo de toda essa internet (não o melhor, mas estamos quase lá!).

Ela faz encontros semanais em um café na Paulista para conseguir encontrar os amigos do facebook e vira e mexe faz um evento aos domingos para todo mundo que gosta de fotografia possa fotografar e ser fotografado. Ensinar e aprender.


A vida dá dessas as vezes. A gente esbarra com pessoas que colocam a gente em dúvida, que não tem muito a acrescentar, pessoas que machucam a gente... e essa mesma vida nos surpreende mostrando uma pessoa que te faz querer abraçar o mundo todo de uma vez.

E se a vida já te apresentou essa pessoa, meu amigo, meu conselho é: aproveite a boa companhia da melhor maneira possível.

Foto por: Jéssica Liar

 Ela não divide comida. Mas divide comida comigo, o que é uma declaração de amor

O dia que eu voltei a andar de patins por um convite dela e ganhei um skate (do Leandro) 

Nosso #FuteBIRL das mina do YouTube 

Café com Liar

Outro Café com Liar 

Hoje eu só desejo que você tenha uma Jéssica Liar na sua vida. Que a amizade possa ser proveitosa, inspiradora, divertida e leve.

REDES SOCIAIS DA LIAR: YouTube || Instagram || Facebook
Meus amigos me inspiram é uma categoria totalmente dedicada aos meus amigos que fazem coisas incríveis. Aqui eu conto suas histórias, o que eles fazem e no que a nossa amizade reflete em minha vida. É um exercício onde eu me ajudo a filtrar quem deve estar ao meu lado, quem tem a acrescentar. 

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30.8.16


Can't Be Stoped!

"Não desista dos seus sonhos, JAMAIS!" – Tá aí uma frase mega clichê, dessas que as vezes dá até vontade de revirar os olhos quando a gente ouve. Mas é um baita conselho, principalmente quando se trata de algo tão importante: seus sonhos. Algo que te faz ou vai te fazer um bem danado. 
Na maioria das vezes o caminho até ele é árduo, demorado, cheio de tentativas e frustrações. Mas se a gente for parar para pensar direitinho, é cheio de aprendizados.

Okay. É fácil falar assim, não é? De amiga para amiga(o), eu preciso compartilhar com você algumas coisas que tem acontecido do lado de cá.

Durante esses dois anos, mudanças muito drásticas aconteceram na minha vida. Pessoas mais próximas acompanharam de muito perto algumas delas. E eu já deixei registrado em alguns lugares, as vezes de forma subliminar, o quanto tem sido difícil. Difícil sem deixar de ser prazeroso. 

Eu pensei em desistir. Algumas vezes. Trancar a faculdade, voltar para a minha cidade, para a casa dos meus pais, onde era a minha zona de conforto. Pessoas me decepcionaram, eu decepcionei pessoas –talvez até você, quando entrava aqui e não encontrava uma postagem nova. Desculpe–. A rotina me esmagava todos os dias, eu não me achava madura o suficiente para lidar com uma vida tão adulta assim. Talvez eu ainda não seja. Chorei diversas vezes, admito. Mas só porque a gente precisa mesmo chorar, as vezes. Não é crime e nem é feio. Trata-se de ser humano, já te contaram isso? 

As decepções seguidas de uma tristeza um tanto quanto forte deram espaço para crises de criatividade, de estresse, de ansiedade. Juro que até pensei que era cardíaca, quando meu coração começava a bater muito forte, de repente. Mas fiz os exames e não era nada tão sério que pudesse me matar. Eu precisava cuidar da minha saúde mental, só isso.

Se eu tivesse grana, procuraria ajuda psicológica, é o mais indicado a se fazer. Mas tive que ser forte por mim mesma e descobrir uma forma alternativa de fazer as coisas parecerem menos piores. E eu até que sou boa nisso, sempre fui uma pessoa bastante positiva.

Eu parei e pensei no que me faz bem de verdade. Existe uma tática que eu gosto muito de usar que é a do sorriso do canto de boca. Penso em alguém e, se esse sorriso aparecer, é porque esse alguém faz muito bem. Ele não funciona só com pessoas. Funciona com lugares, com sentimentos, com quase tudo. É um detalhe, um sorriso pequeno que talvez nem dê para notar, mas ele está lá, a gente sente.

Saber exatamente o que me faz bem foi o pontapé inicial para começar a tomar atitudes que iriam me ajudar a continuar. 
Comecei a fazer uma listinha com tudo o que eu queria, ou melhor, PRECISAVA absorver e tudo o que eu PRECISAVA evitar para me manter positiva, inspirada, feliz e consequentemente desistir da ideia de desistir.

ABSORVER
  • Pessoas interessantes / criativas / inteligentes / positivas
  • Conselhos dessas pessoas
  • Elogios
  • Críticas positivas
  • O aprendizado de cada coisa que dá errado
  • Bons exemplos
  • Inspirações nas suas mais diversas formas (em conversas, filmes, músicas, leituras etc)
  • Qualquer coisa motivacional (até frase de efeito)
EVITAR
  • Pessoas pessimistas / reclamonas / fofoqueiras / invejosas
  • Conselhos dessas pessoas
  • Críticas destrutivas e sem fundamentos
  • Sentir medo de arriscar algo novo e diferente
  • Comparações com trabalhos de/e outras pessoas
  • Criar expectativas em cima de planos e pessoas
  • Pensamentos negativos e que me deixam triste / preocupada


No processo de mudança desse meu episódio de pessimismo, percebi que eu sou a única culpada pelo meu estado de espírito. Não é culpa do trânsito, do e-mail mal educado de algum cliente ou de quem estou acompanhada. Se eu estou triste, desmotivada, achando que nada vai dar certo, é porque eu me deixei levar pelas coisas ruins que insistem em dizer que o meu esforço é em vão. 
Mas felizmente também percebi que sou forte o suficiente para me tirar dessa situação. Porque sou a única que pode filtrar o que vai e o que fica. Posso parar de me me importar menos com as coisas ruins e me importar mais com as coisas incríveis.

E vai por mim, minha(o) amiga(o)... as coisas incríveis estão aí todos os dias se a gente quiser encontrar.

Enquanto a gente ajuda a si mesmo de dentro pra fora, o universo faz questão de nos enviar singelos sinais para dizer que é para continuar seguindo em frente.

Você demorou a ver atualização nesse blog porque eu sempre dava a desculpa de "eu quero voltar a publicar quando o layout novo estiver no ar, mimimi". Na verdade, não era uma desculpa. É a realidade. Era a minha maior vontade. 
Eu e a Gabi (a menina que está cuidando da nova programação) ainda não conseguimos encontrar algo que pudesse representar o novo Bolas de Meia, de uma Ana já bastante diferente. Eu já mudei de casa outra vez, o valor total de contas para pagar no fim do mês cresceu por consequência disso e, para variar, roubaram o meu celular. O segundo maior investimento da minha vida. E levaram junto alguns vídeos e fotos que eu tinha preparado exclusivamente o conteúdo daqui. 

E, enquanto tudo isso acontecia, amigos abriram as portas para eu entrar, ombros para eu chorar, cama para eu me aninhar, até mesmo um celular para eu usar.

Um amigo veio me dizer que sua vizinha, ao ver meu comentário em uma publicação dele no facebook, o chamou no whatsapp para dizer o quanto gostava do meu blog. Dois dias antes, um amigo com quem não conversava há muito tempo me contou que uma conhecida citou que lê Bolas de Meia em uma conversa, e ele fez questão de mostrar a ela que me conhecia. 

E aí eu me lembrei que o meu maior motivo para continuar é esse aqui. Que está me fazendo chorar –de felicidade!– feito uma criança e me sentindo abraçada, consolada, mesmo depois de 3 anos. Porque isso continua acontecendo.


Se pensamentos negativos também estiverem invadindo a sua cabeça assim como aconteceu com a minha, se você estiver pensando em chutar o balde e desistir de tudo, se lembre que você pode ser fonte de inspiração para outras pessoas também.

E que sempre vai ter alguém ou algo te dando algum tipo de suporte.

Procure suas fontes de inspiração e "continue a nadar", como a Dory já nos ensinou (ela também foi uma inspiração pra mim, olha só que coisa! hehe).

Estou feliz por estar de volta. Espero que também estejam!

*
As fotos deste post foram tiradas ano passado, pela Emi, no Beco do Batman, aqui em São Paulo!

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10.5.16



Finalmente estou publicando essas fotos. Fotografar esse look foi especial por diversos motivos: 1- a marca da blusa é de uma amiga; 2- quem fotografou foi uma das minhas melhores amigas, a Sally; 3- esse look foi dirigido! Sim! E por uma pessoa que eu amei conhecer, a Marieli; 4- fotografamos no meio da Paulista. Não só o meu. O da Sally e o da Mari também, clicando nos nomes delas, você vai ser direcionado aos posts. UMA FOTO MAIS LINDA QUE A OUTRA, JURO!

O lado bom de morar em São Paulo é que todo mundo vai passar aqui algum dia, porque é aqui que tudo acontece. A Sally e a Mari vieram passar alguns dias aqui em São Paulo porque foram convidadas para um evento da Zattini. Elas ficaram aqui em casa e eu não queria deixa-las irem embora. A minha amizade com a Sally vocês já conhecem. A Mari também é uma menina incrível e passar alguns dias com pessoas que trabalham com o mesmo que eu, com blogs, é sempre um aprendizado muito grande.

A gente se ajuda, troca ideias, torce uma pela outra e, no fim, o resultado é sempre incrível. Eu só queria deixar registrada a minha gratidão. Obrigada, Sally e Mari, por virem pra cá, me tirarem da rotina, me ensinarem tantas coisas e ainda por essas fotos que eu gostei tanto!









Blusa: Atrito || Calça: Zattini || Sapato: Zinzane
Fotografia: Letícia Sally
Direção: Marieli Mallmann

E aí, gostaram? Me contem aqui nos comentários!
Beijos!

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25.4.16


[...] Gastar o nosso tempo e, quem sabe, se dar bem".
A letra da música não tem muito a ver com o post mas adoro a banda, adoro a música e essa frase, pelo menos, se encaixou perfeitamente no título.


Vamos respirar fundo porque mais uma semana está começando e todo mundo sabe como a segunda-feira é um saco. E eu não quero parecer um livro de auto-ajuda e encher este post com frases de motivação. Mas precisamos ir devagar e sorrir um pouco. Este post é para me trazer leveza e, quem sabe, trazer para você também.

Deixaram um comentário em uma das redes sociais dizendo que estavam com saudades dos posts aqui no blog. Eu sempre solto um suspiro e digo que também estou. E tenho lá os meus motivos para estar distante mas não quero chorar as minhas pitangas, estou com o pensamento positivo e, aos poucos, as coisas vão se resolvendo.

Escrever aqui é sempre um descanso e um alívio pra mim. Principalmente neste momento que estou escrevendo enquanto escuto essa versão de No Diggity que descobri sem querer. Escuta só que coisa mais gostosa!



Eu já não sei se o blog se tornou minha profissão, dá um trabalhão, viu? Mas o faço com o prazer de um hobby.

E está aí uma questão importante: Qual é o seu hobby? O que você faz por prazer e que, ao terminar, você sente total satisfação? Acho que se dedicar a uma atividade para desviar a atenção das preocupações e dar ao seu dia a dia mais prazer e leveza deveria ser considerada uma tarefa tão importante quanto trabalhar e dormir. Ter um hobby é contar com uma válvula de escape, eu melhoro o meu humor e me sinto muito mais disposta. Quem coloca o item "fazer o que gosta" na lista de prioridades e abre espaço na agenda para um passatempo escolhe ser mais feliz.

Veja alguns possíveis hobbies que já apareceram antes aqui no blog:


Eu tive um final de semana incrível e que me deu um fôlego muito grande para enfrentar essa semana que está começando, que eu já sei que não vai ser fácil.

Gravei com um amigo para o canal e estou LOUCA para mostrar o resultado. Espero que esteja louco para assistir, também!

Por falar em canal, já assistiram o último vídeo? 



Me conte aqui nos comentários como você está, o que tem feito, e quais são os seus hobbies. Vou ficar muito feliz em saber! 
Te desejo uma ótima semana, leve e tranquila.

Beijos!

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19.3.16



O dia que eu aprendi a apreciar uma obra do jeito que ela deve ser apreciada e passei a ser uma ouvinte ativa –ou me notei como uma.

Queria começar a indicar aqui no blog alguns álbuns que tenho ouvido e estou gostando muito. Poderia indexar vários deles mas não seria a forma mais convincente de fazer com que vocês escutem. Então decidi começar contando a minha experiência e, quem sabe, eu consiga convence-los que esta prática (de ouvir álbuns do início até o final, na ordem certinha) pode mudar completamente a sua forma de consumir música.

Eu nunca fui do tipo que escuta álbuns completos. Encontrava uma música, baixava para escutar e pronto. Poucos foram os CD's que comprei na vida. Era uma ouvinte passiva, apesar de sempre ter essa ligação forte com a música.

*Lembrando que ouvintes ativos tem como objetivo entender o que está sendo dito/cantado, enquanto os passivos apenas ouvem.

Hoje em dia temos a moda do streaming. Colocamos alguma playlist para tocar e adicionamos as nossas faixas favoritas. Eu tenho umas 20 playlists com vários artistas que não conheço mais de 3 ou 4 músicas. Músicas ótimas, se encaixam perfeitamente em algumas das minhas playlists temáticas que eu adoro fazer e vocês adoram ouvir –e eu vou voltar a fazer! Aquele meu trauma do grooveshark já está passando e as novas serão no spotify, mesmo!–.

Mas de uns tempos pra cá, isso tem mudado e eu tenho prestado mais atenção em álbuns como uma obra completa, do jeitinho que deve ser.

Em Agosto de 2014 eu fui pela primeira vez ao show da minha banda nacional favorita do momento, a 5 à Seco. Foi o show de lançamento do CD Policromo. Eu já tinha escutado a maioria das faixas no soundcloud da banda, aleatoriamente.
Comprei o CD logo após o show. Meu computador não tem nem entrada para CD, mas gosto de ter a versão física das coisas. Eles autografaram e o Vinicius deixou um recadinho fofo, até. Estava louca para chegar em casa e escutar outra vez aquelas mesmas músicas lindas que escutei ao vivo e ainda não conhecia. Eu ainda tinha um rádio antigo que eu poderia usar.





Peguei o rádio, fechei a porta e coloquei o CD para tocar. Não queria fazer mais nada além de me concentrar nas vozes, nas letras, nos instrumentos, porque ao vivo foi uma experiência incrível. Eles não usavam apenas instrumentos para fazer música.

Mas espera! Isso não era um costume de antigamente? As pessoas iam até a loja de discos, passavam horas escolhendo, chegavam em casa e colocavam para tocar. A única preocupação era ouvir o disco inteiro. Lado A e lado B. Não podiam passar para a próxima faixa se não gostassem da introdução. E mesmo não gostando, elas entendiam do disco melhor do que qualquer um, porque elas realmente o escutaram.

As faixas do Policromo iam passando uma a uma e eu acompanhava a letra pelo CD. De repente eu percebi que o fim de uma música está diretamente ligado ao início da próxima. Vezes pelo mesmo tom, vezes pelo mesmo efeito sonoro.

Conhecendo mais a fundo o trabalho de cada membro da banda (sim, todos eles tem uma carreira além da 5 à Seco), eu sei que as músicas estão onde estão por algum motivo. Eles sempre tomam cuidado em cada passo que dão. Cada coisa em seu lugar, inclusive a ordem das músicas.

Mas Policromo não é o primeiro e nem único álbum assim. Só é o que me fez perceber isso. Querem mais um exemplo?


Deus! Como eu amo esse álbum! Só elogios para ele!

Não fazer nada, apenas sentar e ouvir música parece ser um passatempo raro nos dias atuais. Mas não é um passatempo diferente de sentar e ler um livro por horas, na minha opinião. São formas diferentes de consumo. Ambas te proporcionam sensações. Uma pela visão e a outra pela audição.

Quando um amigo me mostrou o Based On a True Story da Fat Freddys Drop, disse que me apresentaria o álbum a partir da penúltima música, Del Fuego, pois era uma música mais "fácil" de se gostar.

Visto que todas as faixas desse álbum tem uma média de 7 minutos, as introduções são bem longas. Pessoas ansiosas tendem a esperar pela parte cantada e esquecem de prestar atenção nos instrumentos e/ou efeitos sonoros. E neste álbum, eles são tão incríveis quanto a voz de Joe Dukie, que é firme, macia e envolvente.

Este amigo ainda não conhecia meus gostos musicais, entendi o medo. Mas ele acabou me apresentando um álbum que, hoje, considero um dos meus favoritos para ouvir em qualquer ocasião. Porque ele não cansa.

Existe uma diversidade muito rica de instrumentos e influências: reggae, soul, jazz, funk... E a melhor parte é que o álbum faz um looping maravilhoso. Começa calmo em um groove bem gostoso, vai crescendo e ficando animado. Logo em seguida volta a ficar calmo e acaba. E recomeça. E você nem percebe se não conhece.

Garanta estar com um bom som ou bons fones de ouvido ao ouvir esse álbum, você não vai querer perder nenhum detalhe. O baixo nele é uma das coisas mais incríveis. E não é porque é o meu instrumento favorito, ele realmente foi muito bem colocado! 

Para finalizar, um clássico. The Wall é um álbum reúne algumas das minhas músicas favoritas da Pink Floyd. Mas só quando sentei a minha bunda para ouvir o disco inteiro, na ordem, prestando atenção nas letras, percebi que elas tinham alguma ligação muito interessante, além da parte sonora.

De curiosa que sou, fui pesquisar e descobri que o álbum, de fato, conta uma história. Se você é fã da banda, deve estar parecendo óbvia esta informação. Mas não costumo conversar tão a fundo sobre música com as pessoas e descobri por conta própria. O que me deixou muito feliz, olha a minha percepção dando as caras! hehe.

Resmindo: The Wall conta a história de Pink, uma criança que perdeu seu pai na Segunda Guerra Mundial, era oprimido por sua mãe super protetora e atormentado por seus professores, que se comportavam como tiranos, ditadores. Pink cresceu, se tornou um Rockstar e, também, dependente químico. O vício nas drogas acaba fazendo com que Pink construa um muro em sua mente e ele se isola completamente do mundo.

A história é bem longa, complexa e MUITO interessante. O post ficaria 3 vezes mais longo. Se tiver interessado em detalhes, clique aqui.



Se você escuta as músicas de modo aleatório, provavelmente não entende o motivo de tantas vozes e efeitos sonoros como som de helicóptero, telefone e outras coisas. Você precisa entender todo o contexto e tudo vai fazer sentido. Inclusive, há quem pense que a música Another Brick in The Wall, que é dividida em 3 partes, é para ser ouvida em sequência, mas acontecem muitas coisas entre uma parte e outra.

Você embarca em uma viagem sonora muito louca e, se fizer um esforço, pode ver um filme na sua cabeça.

Em um grande álbum, cada faixa é como se fosse um capítulo de um livro. Quando você escuta no modo shuffle ou apenas os singles, é como se você começasse a ler um livro no capítulo 7, pulasse para o prefácio ou procurasse entre as páginas apenas suas partes favoritas sem saber o que trouxe a história até aquele momento.

Não faz sentido.



Não são todos os álbuns que contam uma história ou tem uma ligação entre uma música ou outra. Mas acho que todo álbum vale esse esforço, ainda mais se você for fã de um determinado artista. É uma experiência que todos os apaixonados pela música devem viver.

♥♥♥

É um post enorme mas é uma experiência que eu precisava compartilhar. Se eu atingi uma pessoa, já valeu todo o meu esforço para escrever.

Se você já ouviu algum álbum completo, por favor, me conte como foi a experiência. Aceito sugestões e indicações!

Se você ainda não fez isso, fica aí o convite. Pegue a sua música favorita e ouça um álbum dela do início ao fim, sem pular e sem interromper. Depois volte aqui e me conte como foi a experiência.

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Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





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