24.7.14



Arriscar, correr atrás.
Já dizia o velho ditado: Quem não arrisca, não petisca.
Nos conhecemos pela internet. Mas foi ele quem deu o primeiro passo pela nossa relação. Ele veio me conhecer. Parecia loucura, realmente era. "Eu nunca fiz algo parecido. Algo me dizia que, dessa vez, eu precisava arriscar". O resultado? Bem... hoje estamos aí, né?!


Deixar o orgulho de lado.
Não que eu seja muito orgulhosa. Mas sabe numa discussão entre irmãos, pais e filhos e as vezes até mesmo amigos, que a gente acaba se acertando depois, com o passar do tempo? Com ele não é assim. A gente discute e faz questão de reconhecer o erro e se resolver logo. É um exercício diário, a gente tem que vencer o orgulho sempre. Dizer, "desculpa, eu errei" parece doloroso, mas na verdade alivia. 

Afinal, o que vale mais a pena? Ser feliz ou ter razão?

Dedicação e paciência.
Ele é a pessoa mais dedicada que eu conheço. Tudo o que ele quer, ele consegue, porque se dedica a conseguir. Hoje em dia eu estou mais assim. A cada dia, menos coisas me abalam a ponto de me fazer desistir.

Ser mais realista.
Estamos falando de uma pisciana aqui -não entendo nada disso. Então vamos colocar a culpa nos astros-. Na minha cabeça, somos ricos. Podemos casar, dar um festão, viajar o mundo e comprar uma casa bem legal na beira da praia se a gente quiser.
Aí ele vem, tira a minha cabecinha das nuvens e diz: "trabalhar muito, o salário tá baixo. Vamos evitar gastar pra gente casar daqui a uns 3 ou 4 aninhos, mas tudo depende da minha faculdade. Tá amor? Beijo, tchau".
Não, ele não é um destruidor de sonhos. Ele sonha junto comigo mas ele consegue fazer essa separação da realidade melhor do que eu.

O que é o amor e amar.
O amor parecia aquela utopia, coisa de filme, de livro. Nunca contei isso mas eu já tinha meio que desistido de encontrar alguém. Tinha esperanças mas eu estava desacreditada que poderia acontecer.
Mas aconteceu. Hoje eu sei exatamente o que é amar uma pessoa e me sentir amada. Essa coisa de dar e receber na mesma moeda.

Eu sei o que é o amor. Mas não me peça para explicar. Ele é essa cosia bonita que não existe palavra no dicionário pra descrever.
Só sabe o que é quem sente.

Para a categoria "meus amigos me inspiram", resolvi juntar várias pessoas e contar cinco coisas que aprendi com cada uma delas. O Victor foi o primeiro porque eu perguntei o que eu poderia escrever para hoje, ele respondeu de brincadeira: escreve sobre mim!

Vocês já fizeram esse exercício? Escolheram uma pessoa e listaram as coisas que aprenderam com ela? Me contem nos comentários!
Beijos!

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Olá. Eu sou a Ana, tenho 20 anos e acabei de sair de Petrópolis (região serrana do Rio de Janeiro) para viver novas experiências na grande São Paulo. O Bolas de Meia é o meu cantinho onde compartilho um pouco do que sei, vejo, vivo e sinto. Para me conhecer melhor, clique na foto acima ou me encontre nas redes sociais abaixo.





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